Finlândia Apaga um Património Cultural Milenar: Movimento Raeliano Apela Contra a Remoção da Suástica, Símbolo de Paz
Fully (Suíça), 6 de setembro de 2025 — O Movimento Raeliano Internacional, em colaboração com a ProSwastika Alliance, condena firmemente a recente decisão da Força Aérea Finlandesa de remover a suástica das suas bandeiras e emblemas. Esta ação, tomada sob o falso pretexto de que a suástica é inerentemente nazi, revela uma preocupante ignorância da história e cultura mundial e ameaça apagar um símbolo de paz e prosperidade com raízes milenares.
“Esta decisão lamentável corre o risco de apagar um património cultural com milhares de anos, em nome de uma interpretação enviesada e ultrapassada de um símbolo universal de paz”, declarou Pierre-André Dorsaz, coordenador da Campanha pela Reabilitação da Suástica na Europa (www.rael.org/pt-pt/swastika).
Longe de ser uma invenção nazi, a suástica é um dos símbolos mais antigos e amplamente utilizados pela humanidade. “Com mais de 7.000 anos de história, está presente nas tradições do hinduísmo, budismo, jainismo e nas tradições tibetanas”, continuou. “No Tibete, por exemplo, a suástica – chamada yungdrung – é um símbolo sagrado do budismo Yungdrung Bön, representando a eternidade e a estabilidade. Suásticas encontram-se em artefactos pré-históricos por toda a Europa, Ásia e Américas, muito antes de terem sido apropriadas e distorcidas pelo regime nazi para fins ideológicos sinistros.”
Na Finlândia, a suástica foi adotada pela Força Aérea já em 1918, quando o conde sueco Eric von Rosen a ofereceu como símbolo de boa sorte — décadas antes da ascensão da Alemanha nazi. Tornou-se um emblema nacional de coragem e resistência, especialmente durante a luta da Finlândia pela independência e contra a agressão soviética na Segunda Guerra Mundial. “Abandonar este símbolo hoje por causa de reações públicas exageradas e mal-informadas é ceder à ignorância e permitir que os extremistas do passado ditem a nossa visão do presente”, enfatizou Pierre-André Dorsaz.
O Movimento Raeliano apela às autoridades finlandesas que reconsiderem esta decisão e que promovam, em alternativa, uma educação histórica mais rigorosa e uma literacia cultural autêntica. “Em vez de proibir um símbolo ancestral, é imperativo contextualizá-lo para combater verdadeiramente as ameaças do neonazismo e do extremismo. Convidamos os meios de comunicação, historiadores e cidadãos do mundo a juntarem-se a nós na defesa da diversidade cultural contra a amnésia coletiva”, acrescentou Dorsaz.
A suástica faz parte integrante do Símbolo do Infinito, o emblema oficial do Movimento Raeliano. Este símbolo – composto por uma Estrela de David e uma suástica – representa a natureza infinita do tempo e a transformação perpétua da matéria. É também o símbolo dos Elohim, a civilização extraterrestre avançada que criou cientificamente toda a vida na Terra e que é mencionada em muitas religiões do mundo.
“Não somos um grupo excêntrico obcecado com OVNIs”, afirmou Dorsaz. “Somos o movimento mais revolucionário da Terra, guiado por uma profunda mensagem de paz, liberdade e entendimento científico.”
“Esta decisão lamentável corre o risco de apagar um património cultural com milhares de anos, em nome de uma interpretação enviesada e ultrapassada de um símbolo universal de paz”, declarou Pierre-André Dorsaz, coordenador da Campanha pela Reabilitação da Suástica na Europa (www.rael.org/pt-pt/swastika).
Longe de ser uma invenção nazi, a suástica é um dos símbolos mais antigos e amplamente utilizados pela humanidade. “Com mais de 7.000 anos de história, está presente nas tradições do hinduísmo, budismo, jainismo e nas tradições tibetanas”, continuou. “No Tibete, por exemplo, a suástica – chamada yungdrung – é um símbolo sagrado do budismo Yungdrung Bön, representando a eternidade e a estabilidade. Suásticas encontram-se em artefactos pré-históricos por toda a Europa, Ásia e Américas, muito antes de terem sido apropriadas e distorcidas pelo regime nazi para fins ideológicos sinistros.”
Na Finlândia, a suástica foi adotada pela Força Aérea já em 1918, quando o conde sueco Eric von Rosen a ofereceu como símbolo de boa sorte — décadas antes da ascensão da Alemanha nazi. Tornou-se um emblema nacional de coragem e resistência, especialmente durante a luta da Finlândia pela independência e contra a agressão soviética na Segunda Guerra Mundial. “Abandonar este símbolo hoje por causa de reações públicas exageradas e mal-informadas é ceder à ignorância e permitir que os extremistas do passado ditem a nossa visão do presente”, enfatizou Pierre-André Dorsaz.
O Movimento Raeliano apela às autoridades finlandesas que reconsiderem esta decisão e que promovam, em alternativa, uma educação histórica mais rigorosa e uma literacia cultural autêntica. “Em vez de proibir um símbolo ancestral, é imperativo contextualizá-lo para combater verdadeiramente as ameaças do neonazismo e do extremismo. Convidamos os meios de comunicação, historiadores e cidadãos do mundo a juntarem-se a nós na defesa da diversidade cultural contra a amnésia coletiva”, acrescentou Dorsaz.
A suástica faz parte integrante do Símbolo do Infinito, o emblema oficial do Movimento Raeliano. Este símbolo – composto por uma Estrela de David e uma suástica – representa a natureza infinita do tempo e a transformação perpétua da matéria. É também o símbolo dos Elohim, a civilização extraterrestre avançada que criou cientificamente toda a vida na Terra e que é mencionada em muitas religiões do mundo.
“Não somos um grupo excêntrico obcecado com OVNIs”, afirmou Dorsaz. “Somos o movimento mais revolucionário da Terra, guiado por uma profunda mensagem de paz, liberdade e entendimento científico.”

