Um Nação Assina um Memorando Histórico de Colaboração com o Movimento Raeliano para Preparar uma Embaixada para Extraterrestres!
Nova Iorque, EUA — O Movimento Raeliano anuncia com orgulho um avanço histórico na jornada da humanidade rumo ao tão aguardado reencontro com os Elohim, a civilização extraterrestre avançada apresentada nas Mensagens Raelianas. Pela primeira vez na história registada, um governo nacional – cuja identidade permanece confidencial por agora – assinou um Memorando de Colaboração com o Movimento Raeliano para explorar a criação de uma Embaixada para Extraterrestres.
Este ato ousado e sem precedentes representa o primeiro passo oficial de qualquer nação soberana no sentido de receber de volta à Terra os Criadores da Humanidade, com paz, respeito e dignidade.
“É um dia histórico para a humanidade”, declarou Daniel Turcotte, porta-voz do Movimento Raeliano e Diretor-geral do Projeto da Embaixada para Extraterrestres.
“É um dia histórico para a humanidade”, declarou Daniel Turcotte, porta-voz do Movimento Raeliano e Diretor-geral do Projeto da Embaixada para Extraterrestres.
“Uma nação demonstrou finalmente coragem e visão para se preparar para o regresso dos Elohim – cientistas extraterrestres avançados que criaram toda a vida na Terra. Esta colaboração brilha como um farol de esperança, paz e iluminação científica.”
O Memorando agora assinado define um quadro de cooperação, incluindo os objetivos da parceria, os papéis e responsabilidades definidos, os princípios de colaboração e um calendário para os trabalhos exploratórios. Ambas as partes – o governo e o Movimento Raeliano Internacional – manifestaram o compromisso de formalizar as discussões, avaliar a viabilidade e lançar as bases desta iniciativa sem precedentes.
Raël, líder espiritual do Movimento Raeliano há mais de 50 anos, reafirmou a intenção pacífica do projeto: “Eles não são invasores. Cabe-nos a nós convidá-los – e o nosso convite é a Embaixada. Sem a neutralidade de uma Embaixada, uma aterragem não anunciada e indesejada teria enormes repercussões políticas, económicas e sociais!”
Com este gesto visionário, esta nação torna-se a primeira na Terra a explorar oficialmente a possibilidade de acolher a Embaixada – concebida como uma ponte neutra, pacífica, científica e diplomática entre a humanidade e os Elohim.
Isto marca o início de um novo capítulo para o nosso planeta – totalmente alinhado com a missão do Movimento Raeliano de construir um mundo inspirado pelo amor, pela ciência, pelo respeito e pela unidade.
Para mais informações contacte: contact©ETembassy.org
Este ato ousado e sem precedentes representa o primeiro passo oficial de qualquer nação soberana no sentido de receber de volta à Terra os Criadores da Humanidade, com paz, respeito e dignidade.
“É um dia histórico para a humanidade”, declarou Daniel Turcotte, porta-voz do Movimento Raeliano e Diretor-geral do Projeto da Embaixada para Extraterrestres.
“É um dia histórico para a humanidade”, declarou Daniel Turcotte, porta-voz do Movimento Raeliano e Diretor-geral do Projeto da Embaixada para Extraterrestres.
“Uma nação demonstrou finalmente coragem e visão para se preparar para o regresso dos Elohim – cientistas extraterrestres avançados que criaram toda a vida na Terra. Esta colaboração brilha como um farol de esperança, paz e iluminação científica.”
O Memorando agora assinado define um quadro de cooperação, incluindo os objetivos da parceria, os papéis e responsabilidades definidos, os princípios de colaboração e um calendário para os trabalhos exploratórios. Ambas as partes – o governo e o Movimento Raeliano Internacional – manifestaram o compromisso de formalizar as discussões, avaliar a viabilidade e lançar as bases desta iniciativa sem precedentes.
Raël, líder espiritual do Movimento Raeliano há mais de 50 anos, reafirmou a intenção pacífica do projeto: “Eles não são invasores. Cabe-nos a nós convidá-los – e o nosso convite é a Embaixada. Sem a neutralidade de uma Embaixada, uma aterragem não anunciada e indesejada teria enormes repercussões políticas, económicas e sociais!”
Com este gesto visionário, esta nação torna-se a primeira na Terra a explorar oficialmente a possibilidade de acolher a Embaixada – concebida como uma ponte neutra, pacífica, científica e diplomática entre a humanidade e os Elohim.
Isto marca o início de um novo capítulo para o nosso planeta – totalmente alinhado com a missão do Movimento Raeliano de construir um mundo inspirado pelo amor, pela ciência, pelo respeito e pela unidade.
Para mais informações contacte: contact©ETembassy.org
O Movimento Raeliano relembra que está em curso um processo judicial na sequência das mentiras proferidas por uma ex-membro
Genebra, 13 de novembro de 2025 – Mais uma vez, os meios de comunicação social estão a divulgar declarações caluniosas e falsas de Lydia Hadjara. O Movimento Raeliano condena as mentiras proferidas contra Raël e as acusações de atos criminosos. E recorda que já está em curso um processo por difamação.
Antecipar o “tribunal mediático” ao julgamento que se aproxima é a estratégia adotada pela defesa desta ex-membro. Sublinhamos que todos os elementos serão tratados judicialmente, incluindo o percurso pessoal e caótico desta pessoa.
Todas estas acusações são extremamente graves e representam mais um passo no delírio mediático.
Para já, recordamos mais uma vez que:
• Qualquer forma de violência é firmemente condenada por Raël e pelo Movimento Raeliano. Um dos valores fundamentais da filosofia raeliana é a não-violência absoluta, aplicável a todas as formas de violência: física, psicológica e sexual.
• A educação para a sexualidade é fundamental e exclui, por definição, qualquer forma de abuso ou atentado à integridade física, psicológica e sexual de crianças e adolescentes.
• A redução à escravatura e a exploração de pessoas reduzidas à escravatura constituem um crime contra a pessoa, punido com 20 anos de prisão em muitos países, incluindo França. Nunca existiu nem jamais existirá escravatura, sob qualquer forma, no seio do Movimento Raeliano ou por parte de Raël. A escravatura em todas as suas formas, incluindo a escravatura sexual, é considerada odiosa tanto por Raël como pelo Movimento Raeliano enquanto organização.
• Raël tem sido, desde sempre, um defensor fervoroso dos direitos humanos e dos direitos das mulheres, movido por uma empatia sincera e um profundo respeito pela dignidade humana, como podem testemunhar milhares de pessoas de todas as origens e meios sociais que o conhecem.
• As declarações difamatórias e falsas desta ex-membro são proferidas sem qualquer prova, por serem totalmente inventadas. Recordamos que atos monstruosos como tortura e barbárie — crimes punidos em França com 15 anos de prisão — são totalmente incompatíveis com os princípios e valores fundamentais de Raël e do Movimento Raeliano. Raël nunca cometeu, nem jamais cometerá, tais atos.
Até à data, nunca existiu qualquer investigação ou condenação relacionada com estes factos criminosos.
O Movimento Raeliano e o seu fundador, Raël, recordam – como o fazem há mais de 50 anos – que denunciar imediatamente às autoridades policiais e judiciais quaisquer atos de violência, incluindo sexual, de que alguém possa ser vítima ou testemunha, é essencial. Não o fazer enquanto testemunha constitui omissão de auxílio a pessoa em perigo. Esta ex-membro nada denunciou, simplesmente porque as suas alegações são falsas. Nenhum elemento, nenhuma informação e nenhum facto corroboram as suas mentiras, que surgem como afirmações totalmente infundadas.
Foram enviados direitos de resposta e continuarão a ser enviados, sistematicamente, a todos os meios de comunicação que difundam tais mentiras e sirvam de caixa de ressonância a essas acusações.
Por fim, recordamos que não existe uma “comunidade raeliana” nem “crianças raelianas”, sendo o batismo de crianças proibido e contrário à filosofia raeliana, segundo a qual tal escolha deve ser livre e informada, feita por um indivíduo com idade suficiente para a tomar.
Contacto: france©raelpress.org
Antecipar o “tribunal mediático” ao julgamento que se aproxima é a estratégia adotada pela defesa desta ex-membro. Sublinhamos que todos os elementos serão tratados judicialmente, incluindo o percurso pessoal e caótico desta pessoa.
Todas estas acusações são extremamente graves e representam mais um passo no delírio mediático.
Para já, recordamos mais uma vez que:
• Qualquer forma de violência é firmemente condenada por Raël e pelo Movimento Raeliano. Um dos valores fundamentais da filosofia raeliana é a não-violência absoluta, aplicável a todas as formas de violência: física, psicológica e sexual.
• A educação para a sexualidade é fundamental e exclui, por definição, qualquer forma de abuso ou atentado à integridade física, psicológica e sexual de crianças e adolescentes.
• A redução à escravatura e a exploração de pessoas reduzidas à escravatura constituem um crime contra a pessoa, punido com 20 anos de prisão em muitos países, incluindo França. Nunca existiu nem jamais existirá escravatura, sob qualquer forma, no seio do Movimento Raeliano ou por parte de Raël. A escravatura em todas as suas formas, incluindo a escravatura sexual, é considerada odiosa tanto por Raël como pelo Movimento Raeliano enquanto organização.
• Raël tem sido, desde sempre, um defensor fervoroso dos direitos humanos e dos direitos das mulheres, movido por uma empatia sincera e um profundo respeito pela dignidade humana, como podem testemunhar milhares de pessoas de todas as origens e meios sociais que o conhecem.
• As declarações difamatórias e falsas desta ex-membro são proferidas sem qualquer prova, por serem totalmente inventadas. Recordamos que atos monstruosos como tortura e barbárie — crimes punidos em França com 15 anos de prisão — são totalmente incompatíveis com os princípios e valores fundamentais de Raël e do Movimento Raeliano. Raël nunca cometeu, nem jamais cometerá, tais atos.
Até à data, nunca existiu qualquer investigação ou condenação relacionada com estes factos criminosos.
O Movimento Raeliano e o seu fundador, Raël, recordam – como o fazem há mais de 50 anos – que denunciar imediatamente às autoridades policiais e judiciais quaisquer atos de violência, incluindo sexual, de que alguém possa ser vítima ou testemunha, é essencial. Não o fazer enquanto testemunha constitui omissão de auxílio a pessoa em perigo. Esta ex-membro nada denunciou, simplesmente porque as suas alegações são falsas. Nenhum elemento, nenhuma informação e nenhum facto corroboram as suas mentiras, que surgem como afirmações totalmente infundadas.
Foram enviados direitos de resposta e continuarão a ser enviados, sistematicamente, a todos os meios de comunicação que difundam tais mentiras e sirvam de caixa de ressonância a essas acusações.
Por fim, recordamos que não existe uma “comunidade raeliana” nem “crianças raelianas”, sendo o batismo de crianças proibido e contrário à filosofia raeliana, segundo a qual tal escolha deve ser livre e informada, feita por um indivíduo com idade suficiente para a tomar.
Contacto: france©raelpress.org
Rael Rainbow Team elogia a coragem de Marc Miller e apela ao fim do discurso de ódio
Victoriaville, 31 de outubro de 2025
A Rael Rainbow Team (link: https://linktr.ee/raelrainbowteam), um movimento que promove o amor universal, a liberdade e o respeito pela diversidade humana, saúda a coragem de Marc Miller, ministro da Imigração do Canadá, que denunciou publicamente passagens da Bíblia que incitam ao ódio contra pessoas LGBTQ+.
“Levítico, Deuteronómio, Romanos… tantos capítulos são odiosos para as pessoas LGBTQ+.”
– Marc Miller
Segundo Denise Desrochers, responsável da Rael Rainbow Team no Canadá, “a mensagem do ministro ressoa profundamente com os valores da filosofia raeliana, que afirma que cada ser humano é uma criação única e preciosa, livre para amar de acordo com a sua natureza. Nenhum texto antigo deve justificar medo, vergonha ou exclusão.”
Passagens do Levítico, por exemplo, têm sido historicamente utilizadas para justificar discriminação – e até violência – contra pessoas homossexuais.
Entre os textos citados do Antigo Testamento:
• Levítico 18:22 – “Não te deitarás com um homem como com uma mulher. É uma abominação.”
• Levítico 20:13 – “Se um homem se deitar com outro homem como com uma mulher, ambos cometeram uma abominação; serão punidos com a morte.”
“Durante demasiado tempo, interpretações religiosas rígidas feriram milhões de pessoas ao negar a beleza da sua identidade”, acrescenta Desrochers. “Ao lembrar-nos da necessidade de uma leitura esclarecida e compassiva, Marc Miller convida a sociedade a dar um passo rumo a uma maturidade espiritual e moral.”
O Profeta Rael, fundador da Rael Rainbow Team, ensina que “o amor é a forma mais elevada de inteligência”. Ao reconhecer a diversidade sexual e de género como um tesouro da criação, construímos um mundo onde a tolerância e a alegria substituem o julgamento.
“Sou a favor da criação de um comité para censurar escritos religiosos em todo o mundo […] É inaceitável que existam movimentos religiosos na Terra cujos textos incentivam a discriminação, a violência e a inconsciência.
A religião dos seres humanos deve ser os Direitos Humanos, aos quais nenhuma outra religião deve estar autorizada a escapar.”
– Maitreya Rael, Étincelle d’éveil – Montreal, 1994
A Rael Rainbow Team apela a todos os líderes religiosos e políticos para que reinterpretem os textos antigos à luz da ciência, do conhecimento e do respeito pela vida.
O amor é a única religião verdadeira.
A Rael Rainbow Team (link: https://linktr.ee/raelrainbowteam), um movimento que promove o amor universal, a liberdade e o respeito pela diversidade humana, saúda a coragem de Marc Miller, ministro da Imigração do Canadá, que denunciou publicamente passagens da Bíblia que incitam ao ódio contra pessoas LGBTQ+.
“Levítico, Deuteronómio, Romanos… tantos capítulos são odiosos para as pessoas LGBTQ+.”
– Marc Miller
Segundo Denise Desrochers, responsável da Rael Rainbow Team no Canadá, “a mensagem do ministro ressoa profundamente com os valores da filosofia raeliana, que afirma que cada ser humano é uma criação única e preciosa, livre para amar de acordo com a sua natureza. Nenhum texto antigo deve justificar medo, vergonha ou exclusão.”
Passagens do Levítico, por exemplo, têm sido historicamente utilizadas para justificar discriminação – e até violência – contra pessoas homossexuais.
Entre os textos citados do Antigo Testamento:
• Levítico 18:22 – “Não te deitarás com um homem como com uma mulher. É uma abominação.”
• Levítico 20:13 – “Se um homem se deitar com outro homem como com uma mulher, ambos cometeram uma abominação; serão punidos com a morte.”
“Durante demasiado tempo, interpretações religiosas rígidas feriram milhões de pessoas ao negar a beleza da sua identidade”, acrescenta Desrochers. “Ao lembrar-nos da necessidade de uma leitura esclarecida e compassiva, Marc Miller convida a sociedade a dar um passo rumo a uma maturidade espiritual e moral.”
O Profeta Rael, fundador da Rael Rainbow Team, ensina que “o amor é a forma mais elevada de inteligência”. Ao reconhecer a diversidade sexual e de género como um tesouro da criação, construímos um mundo onde a tolerância e a alegria substituem o julgamento.
“Sou a favor da criação de um comité para censurar escritos religiosos em todo o mundo […] É inaceitável que existam movimentos religiosos na Terra cujos textos incentivam a discriminação, a violência e a inconsciência.
A religião dos seres humanos deve ser os Direitos Humanos, aos quais nenhuma outra religião deve estar autorizada a escapar.”
– Maitreya Rael, Étincelle d’éveil – Montreal, 1994
A Rael Rainbow Team apela a todos os líderes religiosos e políticos para que reinterpretem os textos antigos à luz da ciência, do conhecimento e do respeito pela vida.
O amor é a única religião verdadeira.
“Prémio Nobel da Guerra”? Movimento Raeliano denuncia Farsa Política
Genebra, 28 de outubro de 2025 – O Movimento Raeliano expressa profunda indignação com a escolha de María Corina Machado, líder da oposição venezuelana, como vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025. Para o Movimento, a decisão revela, mais uma vez, o desvio político e a incoerência moral de uma distinção que deveria celebrar a paz, mas que tem servido cada vez mais aos interesses das potências globais dominantes.
“O Prêmio Nobel da Paz tornou-se, com frequência, um instrumento político disfarçado de chancela moral. Concedê-lo a alguém que apoiou publicamente atos de violência e interferência estrangeira é um insulto ao próprio conceito de paz verdadeira”, declarou a Princesa Loona, porta-voz do Movimento Raeliano. Ela relembrou que o testamento de Alfred Nobel estabelece que o prêmio deve ser concedido a quem “tenha realizado o maior ou melhor trabalho pela fraternidade entre as nações, pela abolição ou redução dos exércitos permanentes e pela promoção de congressos de paz”.
A porta-voz destacou também que a história recente está marcada por escolhas controversas – como Henry Kissinger (1973) e Barack Obama (2009) –, ambos mais associados ao poder militar e geopolítico do que à promoção real da paz. “Essas escolhas recorrentes revelam uma hipocrisia estrutural. Como se pode falar de paz enquanto se homenageiam figuras que endossam ou justificam a guerra?”, prosseguiu Loona.
Diversos analistas lembraram que a vencedora deste ano apoiou as violentas manifestações conhecidas como guarimbas, que deixaram vários mortos e feridos, e chegou a defender publicamente uma intervenção militar dos Estados Unidos em seu próprio país. “Por trás da fachada democrática, há uma lógica clara de interferência, confronto e destruição. Isso não é paz; isso é política”, enfatizou.
O Movimento Raeliano também chamou atenção para o simbolismo do momento em que o prêmio foi anunciado: “Enquanto um genocídio se desenrola diante dos nossos olhos na Palestina, o Comitê Nobel escolhe homenagear alguém alinhada com apoiadores de líderes belicistas como Netanyahu. Que ironia trágica!”, lamentou Loona.
Diante dessas contradições, o Movimento pede um retorno ao espírito original do prêmio – o da fraternidade universal e da não violência absoluta.
Há mais de cinquenta anos, Rael, fundador e líder espiritual do Movimento Raeliano, junto de raelianos no mundo inteiro, atua na promoção da paz, da ciência e do amor – especialmente por meio das Meditações Planetárias pela Paz e da defesa do desarmamento global. “A verdadeira paz não se alcança com armas ou sanções, mas com educação para a compaixão e para a não violência. Essa tem sido a nossa mensagem desde 1973, e hoje ela é mais urgente do que nunca”, concluiu Princesa Loona.
“O Prêmio Nobel da Paz tornou-se, com frequência, um instrumento político disfarçado de chancela moral. Concedê-lo a alguém que apoiou publicamente atos de violência e interferência estrangeira é um insulto ao próprio conceito de paz verdadeira”, declarou a Princesa Loona, porta-voz do Movimento Raeliano. Ela relembrou que o testamento de Alfred Nobel estabelece que o prêmio deve ser concedido a quem “tenha realizado o maior ou melhor trabalho pela fraternidade entre as nações, pela abolição ou redução dos exércitos permanentes e pela promoção de congressos de paz”.
A porta-voz destacou também que a história recente está marcada por escolhas controversas – como Henry Kissinger (1973) e Barack Obama (2009) –, ambos mais associados ao poder militar e geopolítico do que à promoção real da paz. “Essas escolhas recorrentes revelam uma hipocrisia estrutural. Como se pode falar de paz enquanto se homenageiam figuras que endossam ou justificam a guerra?”, prosseguiu Loona.
Diversos analistas lembraram que a vencedora deste ano apoiou as violentas manifestações conhecidas como guarimbas, que deixaram vários mortos e feridos, e chegou a defender publicamente uma intervenção militar dos Estados Unidos em seu próprio país. “Por trás da fachada democrática, há uma lógica clara de interferência, confronto e destruição. Isso não é paz; isso é política”, enfatizou.
O Movimento Raeliano também chamou atenção para o simbolismo do momento em que o prêmio foi anunciado: “Enquanto um genocídio se desenrola diante dos nossos olhos na Palestina, o Comitê Nobel escolhe homenagear alguém alinhada com apoiadores de líderes belicistas como Netanyahu. Que ironia trágica!”, lamentou Loona.
Diante dessas contradições, o Movimento pede um retorno ao espírito original do prêmio – o da fraternidade universal e da não violência absoluta.
Há mais de cinquenta anos, Rael, fundador e líder espiritual do Movimento Raeliano, junto de raelianos no mundo inteiro, atua na promoção da paz, da ciência e do amor – especialmente por meio das Meditações Planetárias pela Paz e da defesa do desarmamento global. “A verdadeira paz não se alcança com armas ou sanções, mas com educação para a compaixão e para a não violência. Essa tem sido a nossa mensagem desde 1973, e hoje ela é mais urgente do que nunca”, concluiu Princesa Loona.
Na Véspera de um Encontro Histórico, o Movimento Raeliano Lança Episódio de Docussérie que Revela a Missão Política do Profeta
A poucas semanas da Convenção Internacional em Okinawa (7–9 de outubro), que celebra o 50.º aniversário do segundo encontro entre Rael e os Elohim, com a presença de Rael e de centenas de pessoas de todo o mundo (ver https://www.rael.org/pt-pt/), o Movimento Raeliano Internacional (MRI) tem a honra de anunciar o lançamento do oitavo episódio da docussérie Rael: 50 Anos de Revolução Espiritual. Este episódio revela a dimensão profundamente política da missão do último profeta.
“Rael é a figura mais revolucionária do nosso tempo”, afirmou Thomas Kaenzig, bispo raeliano e porta-voz. “Durante cinco décadas, difundiu incansavelmente a mensagem dos Elohim – os nossos criadores extraterrestres – enquanto inspirava inúmeras iniciativas, muitas vezes provocadoras, em defesa das liberdades individuais e dos direitos humanos.”
Numa intervenção anterior dirigida aos raelianos, Rael explicou:
“Somos indivíduos profundamente revolucionários em todas as áreas, porque estamos aqui para salvar a humanidade. A mensagem dos Elohim não trata de OVNIs ou extraterrestres – trata de salvar a humanidade e garantir o seu futuro. Essa é a nossa missão principal.”
Entre as campanhas de maior impacto lançadas sob a orientação de Rael, Kaenzig destacou a Nopedo, uma campanha ousada e internacional, iniciada em 2001, que denunciou frontalmente o flagelo da pedofilia dentro da Igreja Católica. “Fomos os primeiros a expor este problema, enfrentando oposição e hostilidade. Mas os acontecimentos atuais provaram que ele tinha razão – e esse é o papel de um Profeta: iluminar os tabus e as injustiças que os outros recusam enfrentar”, afirmou Kaenzig.
O episódio destaca também a GoTopless, uma campanha internacional criada há mais de 16 anos. Nadine Gary, presidente da GoTopless, descreve-a como:
“Um esforço educativo para desafiar e superar uma discriminação de género profundamente enraizada. Convida a humanidade a repensar normas sociais ultrapassadas.”
Kaenzig concluiu:
“O Movimento Raeliano é muito mais do que um grupo marginal que acredita em OVNIs. É a organização mais revolucionária da Terra, inspirada e guiada pelas revelações filosóficas e científicas avançadas presentes nos livros de Rael.”
(Descarregamento gratuito: www.rael.org/pt-pt/descargas-gratuitas/)
Todos os episódios da docussérie Rael: 50 Anos de Revolução Espiritual estão disponíveis nos canais oficiais do YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=75oMvkOKMWU
“Rael é a figura mais revolucionária do nosso tempo”, afirmou Thomas Kaenzig, bispo raeliano e porta-voz. “Durante cinco décadas, difundiu incansavelmente a mensagem dos Elohim – os nossos criadores extraterrestres – enquanto inspirava inúmeras iniciativas, muitas vezes provocadoras, em defesa das liberdades individuais e dos direitos humanos.”
Numa intervenção anterior dirigida aos raelianos, Rael explicou:
“Somos indivíduos profundamente revolucionários em todas as áreas, porque estamos aqui para salvar a humanidade. A mensagem dos Elohim não trata de OVNIs ou extraterrestres – trata de salvar a humanidade e garantir o seu futuro. Essa é a nossa missão principal.”
Entre as campanhas de maior impacto lançadas sob a orientação de Rael, Kaenzig destacou a Nopedo, uma campanha ousada e internacional, iniciada em 2001, que denunciou frontalmente o flagelo da pedofilia dentro da Igreja Católica. “Fomos os primeiros a expor este problema, enfrentando oposição e hostilidade. Mas os acontecimentos atuais provaram que ele tinha razão – e esse é o papel de um Profeta: iluminar os tabus e as injustiças que os outros recusam enfrentar”, afirmou Kaenzig.
O episódio destaca também a GoTopless, uma campanha internacional criada há mais de 16 anos. Nadine Gary, presidente da GoTopless, descreve-a como:
“Um esforço educativo para desafiar e superar uma discriminação de género profundamente enraizada. Convida a humanidade a repensar normas sociais ultrapassadas.”
Kaenzig concluiu:
“O Movimento Raeliano é muito mais do que um grupo marginal que acredita em OVNIs. É a organização mais revolucionária da Terra, inspirada e guiada pelas revelações filosóficas e científicas avançadas presentes nos livros de Rael.”
(Descarregamento gratuito: www.rael.org/pt-pt/descargas-gratuitas/)
Todos os episódios da docussérie Rael: 50 Anos de Revolução Espiritual estão disponíveis nos canais oficiais do YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=75oMvkOKMWU
Finlândia Apaga um Património Cultural Milenar: Movimento Raeliano Apela Contra a Remoção da Suástica, Símbolo de Paz
Fully (Suíça), 6 de setembro de 2025 — O Movimento Raeliano Internacional, em colaboração com a ProSwastika Alliance, condena firmemente a recente decisão da Força Aérea Finlandesa de remover a suástica das suas bandeiras e emblemas. Esta ação, tomada sob o falso pretexto de que a suástica é inerentemente nazi, revela uma preocupante ignorância da história e cultura mundial e ameaça apagar um símbolo de paz e prosperidade com raízes milenares.
“Esta decisão lamentável corre o risco de apagar um património cultural com milhares de anos, em nome de uma interpretação enviesada e ultrapassada de um símbolo universal de paz”, declarou Pierre-André Dorsaz, coordenador da Campanha pela Reabilitação da Suástica na Europa (www.rael.org/pt-pt/swastika).
Longe de ser uma invenção nazi, a suástica é um dos símbolos mais antigos e amplamente utilizados pela humanidade. “Com mais de 7.000 anos de história, está presente nas tradições do hinduísmo, budismo, jainismo e nas tradições tibetanas”, continuou. “No Tibete, por exemplo, a suástica – chamada yungdrung – é um símbolo sagrado do budismo Yungdrung Bön, representando a eternidade e a estabilidade. Suásticas encontram-se em artefactos pré-históricos por toda a Europa, Ásia e Américas, muito antes de terem sido apropriadas e distorcidas pelo regime nazi para fins ideológicos sinistros.”
Na Finlândia, a suástica foi adotada pela Força Aérea já em 1918, quando o conde sueco Eric von Rosen a ofereceu como símbolo de boa sorte — décadas antes da ascensão da Alemanha nazi. Tornou-se um emblema nacional de coragem e resistência, especialmente durante a luta da Finlândia pela independência e contra a agressão soviética na Segunda Guerra Mundial. “Abandonar este símbolo hoje por causa de reações públicas exageradas e mal-informadas é ceder à ignorância e permitir que os extremistas do passado ditem a nossa visão do presente”, enfatizou Pierre-André Dorsaz.
O Movimento Raeliano apela às autoridades finlandesas que reconsiderem esta decisão e que promovam, em alternativa, uma educação histórica mais rigorosa e uma literacia cultural autêntica. “Em vez de proibir um símbolo ancestral, é imperativo contextualizá-lo para combater verdadeiramente as ameaças do neonazismo e do extremismo. Convidamos os meios de comunicação, historiadores e cidadãos do mundo a juntarem-se a nós na defesa da diversidade cultural contra a amnésia coletiva”, acrescentou Dorsaz.
A suástica faz parte integrante do Símbolo do Infinito, o emblema oficial do Movimento Raeliano. Este símbolo – composto por uma Estrela de David e uma suástica – representa a natureza infinita do tempo e a transformação perpétua da matéria. É também o símbolo dos Elohim, a civilização extraterrestre avançada que criou cientificamente toda a vida na Terra e que é mencionada em muitas religiões do mundo.
“Não somos um grupo excêntrico obcecado com OVNIs”, afirmou Dorsaz. “Somos o movimento mais revolucionário da Terra, guiado por uma profunda mensagem de paz, liberdade e entendimento científico.”
“Esta decisão lamentável corre o risco de apagar um património cultural com milhares de anos, em nome de uma interpretação enviesada e ultrapassada de um símbolo universal de paz”, declarou Pierre-André Dorsaz, coordenador da Campanha pela Reabilitação da Suástica na Europa (www.rael.org/pt-pt/swastika).
Longe de ser uma invenção nazi, a suástica é um dos símbolos mais antigos e amplamente utilizados pela humanidade. “Com mais de 7.000 anos de história, está presente nas tradições do hinduísmo, budismo, jainismo e nas tradições tibetanas”, continuou. “No Tibete, por exemplo, a suástica – chamada yungdrung – é um símbolo sagrado do budismo Yungdrung Bön, representando a eternidade e a estabilidade. Suásticas encontram-se em artefactos pré-históricos por toda a Europa, Ásia e Américas, muito antes de terem sido apropriadas e distorcidas pelo regime nazi para fins ideológicos sinistros.”
Na Finlândia, a suástica foi adotada pela Força Aérea já em 1918, quando o conde sueco Eric von Rosen a ofereceu como símbolo de boa sorte — décadas antes da ascensão da Alemanha nazi. Tornou-se um emblema nacional de coragem e resistência, especialmente durante a luta da Finlândia pela independência e contra a agressão soviética na Segunda Guerra Mundial. “Abandonar este símbolo hoje por causa de reações públicas exageradas e mal-informadas é ceder à ignorância e permitir que os extremistas do passado ditem a nossa visão do presente”, enfatizou Pierre-André Dorsaz.
O Movimento Raeliano apela às autoridades finlandesas que reconsiderem esta decisão e que promovam, em alternativa, uma educação histórica mais rigorosa e uma literacia cultural autêntica. “Em vez de proibir um símbolo ancestral, é imperativo contextualizá-lo para combater verdadeiramente as ameaças do neonazismo e do extremismo. Convidamos os meios de comunicação, historiadores e cidadãos do mundo a juntarem-se a nós na defesa da diversidade cultural contra a amnésia coletiva”, acrescentou Dorsaz.
A suástica faz parte integrante do Símbolo do Infinito, o emblema oficial do Movimento Raeliano. Este símbolo – composto por uma Estrela de David e uma suástica – representa a natureza infinita do tempo e a transformação perpétua da matéria. É também o símbolo dos Elohim, a civilização extraterrestre avançada que criou cientificamente toda a vida na Terra e que é mencionada em muitas religiões do mundo.
“Não somos um grupo excêntrico obcecado com OVNIs”, afirmou Dorsaz. “Somos o movimento mais revolucionário da Terra, guiado por uma profunda mensagem de paz, liberdade e entendimento científico.”
Após a 11.ª ET Embassy Day, O Movimento Raeliano reforça apelo à diplomacia interplanetária
Lisboa, 15 de agosto de 2025 – A 11.ª Jornada Internacional “ET Embassy Day” (Dia da Embaixada ET) marcou uma etapa importante na preparação para o regresso oficial dos extraterrestres.
Na sequência da 11.ª edição da Jornada Internacional ET Embassy Day, que teve lugar a 12 de julho de 2025, o Movimento Raeliano Internacional tem o prazer de partilhar este comunicado, sublinhando a importância crescente deste evento no panorama diplomático e espiritual mundial.
Sob a liderança do seu fundador e guia espiritual, Mashiah (Messias) Rael, o Movimento Raeliano Internacional celebrou esta jornada em diversos países com o objetivo de sensibilizar o público e de apoiar o projeto visionário da construção de uma Embaixada destinada a acolher oficialmente os criadores extraterrestres da humanidade: os Elohim.
Num mundo confrontado com desafios globais sem precedentes, onde os conflitos armados expõem cada vez mais os interesses económicos que os motivam, torna-se evidente a urgência de uma transformação sistémica. Neste contexto, o projeto da Embaixada para os Extraterrestres entra numa fase decisiva: a etapa diplomática.
“Estamos ainda à procura de um país anfitrião disposto a defender um protocolo facultativo à Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas de 1961, incluindo as civilizações extraterrestres,” explica Daniel Turcotte, diretor do Projeto Embaixada.
“A próxima etapa consiste na realização de uma cimeira internacional para analisar e debater este protocolo inovador, com o objetivo de reunir o apoio de um número crescente de nações”, acrescenta, destacando os avanços encorajadores de diálogos recentes com representantes governamentais.
Este ano, o apelo foi reforçado: os Raelianos e o público em geral foram convidados a escrever cartas aos seus líderes nacionais, solicitando o acolhimento dessa futura Cimeira sobre Diplomacia com Civilizações Extraterrestres.
Daniel Turcotte sublinha o interesse crescente pelo projeto:
“Estamos em contacto com ministros dos Negócios Estrangeiros, responsáveis do turismo, líderes políticos e outras figuras influentes de diversos países. O entusiasmo é real e crescente. Os benefícios potenciais — económicos, sociais e culturais — de acolher a Embaixada para os Extraterrestres são significativos.”
O reconhecimento crescente, tanto político como científico, dos fenómenos OVNI/PAN, bem como o aumento de observações de naves e a multiplicação de agroglifos (crop circles), são sinais claros de uma intenção deliberada por parte dos Elohim de preparar a humanidade para um contacto oficial iminente.
A jornada ET Embassy Day visa justamente consciencializar o público para essa realidade cada vez mais próxima e mobilizar o apoio mundial ao acolhimento digno e pacífico dos nossos criadores.
Após ter celebrado o seu 50.º aniversário, o Movimento Raeliano Internacional continua plenamente empenhado na sua missão de preparar a humanidade para o regresso dos Elohim. A construção da Embaixada representa um passo essencial nessa missão, oferecendo uma porta de entrada única para avanços diplomáticos, científicos e culturais sem precedentes.
Para mais informações, consulte:
👉 https://www.rael.org/pt-pt/events/dia-da-embaixada-e-t/
Na sequência da 11.ª edição da Jornada Internacional ET Embassy Day, que teve lugar a 12 de julho de 2025, o Movimento Raeliano Internacional tem o prazer de partilhar este comunicado, sublinhando a importância crescente deste evento no panorama diplomático e espiritual mundial.
Sob a liderança do seu fundador e guia espiritual, Mashiah (Messias) Rael, o Movimento Raeliano Internacional celebrou esta jornada em diversos países com o objetivo de sensibilizar o público e de apoiar o projeto visionário da construção de uma Embaixada destinada a acolher oficialmente os criadores extraterrestres da humanidade: os Elohim.
Num mundo confrontado com desafios globais sem precedentes, onde os conflitos armados expõem cada vez mais os interesses económicos que os motivam, torna-se evidente a urgência de uma transformação sistémica. Neste contexto, o projeto da Embaixada para os Extraterrestres entra numa fase decisiva: a etapa diplomática.
“Estamos ainda à procura de um país anfitrião disposto a defender um protocolo facultativo à Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas de 1961, incluindo as civilizações extraterrestres,” explica Daniel Turcotte, diretor do Projeto Embaixada.
“A próxima etapa consiste na realização de uma cimeira internacional para analisar e debater este protocolo inovador, com o objetivo de reunir o apoio de um número crescente de nações”, acrescenta, destacando os avanços encorajadores de diálogos recentes com representantes governamentais.
Este ano, o apelo foi reforçado: os Raelianos e o público em geral foram convidados a escrever cartas aos seus líderes nacionais, solicitando o acolhimento dessa futura Cimeira sobre Diplomacia com Civilizações Extraterrestres.
Daniel Turcotte sublinha o interesse crescente pelo projeto:
“Estamos em contacto com ministros dos Negócios Estrangeiros, responsáveis do turismo, líderes políticos e outras figuras influentes de diversos países. O entusiasmo é real e crescente. Os benefícios potenciais — económicos, sociais e culturais — de acolher a Embaixada para os Extraterrestres são significativos.”
O reconhecimento crescente, tanto político como científico, dos fenómenos OVNI/PAN, bem como o aumento de observações de naves e a multiplicação de agroglifos (crop circles), são sinais claros de uma intenção deliberada por parte dos Elohim de preparar a humanidade para um contacto oficial iminente.
A jornada ET Embassy Day visa justamente consciencializar o público para essa realidade cada vez mais próxima e mobilizar o apoio mundial ao acolhimento digno e pacífico dos nossos criadores.
Após ter celebrado o seu 50.º aniversário, o Movimento Raeliano Internacional continua plenamente empenhado na sua missão de preparar a humanidade para o regresso dos Elohim. A construção da Embaixada representa um passo essencial nessa missão, oferecendo uma porta de entrada única para avanços diplomáticos, científicos e culturais sem precedentes.
Para mais informações, consulte:
👉 https://www.rael.org/pt-pt/events/dia-da-embaixada-e-t/
Líder Espiritual Rael Participa na Comemoração Global do Aniversário do Bombardeamento de Hiroxima: 6 de agosto assinala o Ano Novo Raeliano e os 80 Anos da Tragédia Atómica
TÓQUIO, 5 de agosto de 2025 — Rael, fundador e líder espiritual do Movimento Raeliano Internacional, participará uma vez mais na celebração anual do Ano Novo Raeliano no dia 6 de agosto — data que este ano assinala também o 80.º aniversário do genocídio de Hiroxima.
Numa declaração anterior, Rael condenou veementemente o bombardeamento, classificando-o como um dos maiores crimes alguma vez cometidos contra a humanidade:
“Harry Truman é o maior criminoso da história da humanidade, pois foi ele quem deu a ordem para bombardear duas cidades japonesas que eram claramente alvos civis. Fê-lo em violação das regras da guerra, e a sua decisão resultou na morte instantânea de 300.000 civis inocentes, incluindo idosos e crianças. Nem mesmo Adolf Hitler matou tantos civis com duas bombas!”
Rael acrescentou ainda:
“Alegar que salvou vidas ao encurtar a guerra quando ordenou o bombardeamento atómico de Hiroxima e Nagasaki torna o crime ainda mais hediondo. É como dizer que é aceitável sacrificar vidas civis inocentes para poupar vidas de militares.”
A Dra. Brigitte Boisselier, porta-voz do Movimento Raeliano, traçou um paralelo preocupante com atrocidades atuais:
“Infelizmente, a mesma lógica continua a ser aplicada no Médio Oriente, onde milhares de civis — incluindo crianças — foram mortos em Gaza. Se o Presidente Truman, ou qualquer dos seus sucessores, tivesse pedido desculpa por esses atos monstruosos, é pouco provável que o genocídio atual na Palestina fosse aceite ou ignorado pelo público nos países ocidentais como acontece hoje.”
Rael tem sido, há décadas, defensor de uma paz global e do desarmamento através de meios não violentos, como meditações internacionais, ativismo pacífico e o incentivo a que ativistas pela paz influenciem os seus governos.
“Estão previstas concentrações raelianas para o dia 6 de agosto em várias das principais cidades do mundo,” acrescentou Boisselier. “Neste dia, acolhemos também novos membros no Movimento Raeliano e promovemos a campanha ‘Um Minuto pela Paz’, lançada por Rael — com o objetivo de ajudar a humanidade a alcançar a paz global, um minuto pacífico de cada vez.”
Numa declaração anterior, Rael condenou veementemente o bombardeamento, classificando-o como um dos maiores crimes alguma vez cometidos contra a humanidade:
“Harry Truman é o maior criminoso da história da humanidade, pois foi ele quem deu a ordem para bombardear duas cidades japonesas que eram claramente alvos civis. Fê-lo em violação das regras da guerra, e a sua decisão resultou na morte instantânea de 300.000 civis inocentes, incluindo idosos e crianças. Nem mesmo Adolf Hitler matou tantos civis com duas bombas!”
Rael acrescentou ainda:
“Alegar que salvou vidas ao encurtar a guerra quando ordenou o bombardeamento atómico de Hiroxima e Nagasaki torna o crime ainda mais hediondo. É como dizer que é aceitável sacrificar vidas civis inocentes para poupar vidas de militares.”
A Dra. Brigitte Boisselier, porta-voz do Movimento Raeliano, traçou um paralelo preocupante com atrocidades atuais:
“Infelizmente, a mesma lógica continua a ser aplicada no Médio Oriente, onde milhares de civis — incluindo crianças — foram mortos em Gaza. Se o Presidente Truman, ou qualquer dos seus sucessores, tivesse pedido desculpa por esses atos monstruosos, é pouco provável que o genocídio atual na Palestina fosse aceite ou ignorado pelo público nos países ocidentais como acontece hoje.”
Rael tem sido, há décadas, defensor de uma paz global e do desarmamento através de meios não violentos, como meditações internacionais, ativismo pacífico e o incentivo a que ativistas pela paz influenciem os seus governos.
“Estão previstas concentrações raelianas para o dia 6 de agosto em várias das principais cidades do mundo,” acrescentou Boisselier. “Neste dia, acolhemos também novos membros no Movimento Raeliano e promovemos a campanha ‘Um Minuto pela Paz’, lançada por Rael — com o objetivo de ajudar a humanidade a alcançar a paz global, um minuto pacífico de cada vez.”
Rael Nomeia o Capitão Ibrahim Traoré como Guia Honorário da Humanidade
Ouagadougou, 22 de julho de 2025 – O último dos Profetas, Rael, fundador e líder espiritual do Movimento Raeliano Internacional — também conhecido como Mashiach, Paráclito, Maitreya, Madi e Nkua Tulendo, conforme anunciado em várias tradições religiosas — atribuiu na terça-feira, 22 de julho de 2025, o título de Guia Honorário da Humanidade ao Presidente da República do Burkina Faso, Capitão Ibrahim Traoré.
A sua liderança revolucionária tem elevado o nível de consciência política dos povos africanos (kamitianos), o que é fundamental para alcançar uma verdadeira independência e soberania efetiva.
“Com o apoio firme e contínuo do Profeta Rael aos líderes e aos povos da AES (Aliança dos Estados do Sahel), esta nomeação reforça ainda mais o compromisso dos raelianos no mundo inteiro com o projeto revolucionário do Presidente Traoré — que visa, com urgência, a união dos povos negros e a criação do Estado federal kamita chamado Reinos Unidos de Kama”, afirmou o Dr. Ditalamane Hebié, Bispo-Guia e porta-voz do Movimento Raeliano em Kama.
Segundo ele, quase todas as ações do Presidente Traoré alinham-se perfeitamente com a visão e as recomendações do Profeta Rael para a descolonização real do continente africano. Por isso, os raelianos — sobretudo os que vivem em Kama e na diáspora — recebem esta distinção com grande entusiasmo. Muitos participaram recentemente em manifestações internacionais de apoio ao Presidente Ibrahim Traoré.
Desde a recuperação do controlo do território nacional até ao lançamento de projetos de desenvolvimento assentes nos recursos e talentos internos, com a participação ativa da diáspora; desde o fecho de bases militares coloniais até à denúncia constante das ingerências imperialistas; desde a rejeição do salário presidencial até à valorização das tradições africanas — o Presidente Traoré tem vindo a despertar a consciência política, especialmente entre a juventude africana, motivando novas gerações para a luta pela concretização dos Reinos Unidos de Kama.
Ele representa o verdadeiro modelo de estadista comprometido com os interesses do povo — exatamente o tipo de líder defendido pelo Profeta Rael, que afirmou em Janeiro de 2005:
“A África não precisa de políticos; precisa de estadistas.”
A sua liderança revolucionária tem elevado o nível de consciência política dos povos africanos (kamitianos), o que é fundamental para alcançar uma verdadeira independência e soberania efetiva.
“Com o apoio firme e contínuo do Profeta Rael aos líderes e aos povos da AES (Aliança dos Estados do Sahel), esta nomeação reforça ainda mais o compromisso dos raelianos no mundo inteiro com o projeto revolucionário do Presidente Traoré — que visa, com urgência, a união dos povos negros e a criação do Estado federal kamita chamado Reinos Unidos de Kama”, afirmou o Dr. Ditalamane Hebié, Bispo-Guia e porta-voz do Movimento Raeliano em Kama.
Segundo ele, quase todas as ações do Presidente Traoré alinham-se perfeitamente com a visão e as recomendações do Profeta Rael para a descolonização real do continente africano. Por isso, os raelianos — sobretudo os que vivem em Kama e na diáspora — recebem esta distinção com grande entusiasmo. Muitos participaram recentemente em manifestações internacionais de apoio ao Presidente Ibrahim Traoré.
Desde a recuperação do controlo do território nacional até ao lançamento de projetos de desenvolvimento assentes nos recursos e talentos internos, com a participação ativa da diáspora; desde o fecho de bases militares coloniais até à denúncia constante das ingerências imperialistas; desde a rejeição do salário presidencial até à valorização das tradições africanas — o Presidente Traoré tem vindo a despertar a consciência política, especialmente entre a juventude africana, motivando novas gerações para a luta pela concretização dos Reinos Unidos de Kama.
Ele representa o verdadeiro modelo de estadista comprometido com os interesses do povo — exatamente o tipo de líder defendido pelo Profeta Rael, que afirmou em Janeiro de 2005:
“A África não precisa de políticos; precisa de estadistas.”
O Movimento Raeliano Apoia a Sra. Nathalie Yamb na Sua Luta pela Soberania e Emancipação de Kama (África)!
Abidjan, 12 de julho de 2025 – A celebração do Dia da Embaixada Extraterrestre, a 12 de julho de 2025 — um dia dedicado à preparação da humanidade para a chegada iminente à Terra de uma civilização extraterrestre, os Elohim — foi escolhida pelo dirigente do Movimento Raeliano em Kama, o Bispo-Guia Dr. Tai Ehouan, como ocasião para expressar o apoio de todos os raelianos aos pan-africanistas que se encontram na linha da frente da luta pela verdadeira independência de Kama (África).
“No caso particular da Sra. Nathalie Yamb — a Dama de Sochi, a Cavaleira de Niamey, e a Yennega de Ouagadougou — estamos simplesmente em admiração e profundamente orgulhosos do que ela tem feito para elevar a consciência política dos africanos e encorajá-los a comprometer-se com a luta pela soberania e independência de Kama,” declarou o Dr. Tai Ehouan. “Reafirmamos o nosso apoio à sua causa, ainda com mais força após a decisão da União Europeia de congelar os seus bens e de lhe proibir a entrada nos 27 países do seu território.”
Nomeada Guia Honorária da Humanidade a 22 de outubro de 2022 pelo Profeta Maitreya Rael, fundador e líder espiritual da religião raeliana, Nathalie Yamb — ativista e defensora da causa pan-africanista — continua a iluminar a consciência política dos africanos, em especial da juventude, através do seu compromisso incansável na luta pela soberania do continente africano.
“Ela é um verdadeiro farol, uma fonte de inspiração determinante para o surgimento de uma liderança feminina forte e de uma consciência política mais elevada entre as novas gerações kamitas em todo o mundo. Kama e a sua diáspora devem proteger esta consciência contra o neocolonialismo e o racismo sistémico branco,” acrescentou o Bispo-Guia Ehouan.
Concluiu recordando o apelo solene feito em novembro de 2024 pelo Profeta Maitreya Rael aos negros de todo o mundo:
“Desejar eliminar permanentemente os vestígios do colonialismo não significa lançar uma luta racial, ao contrário. As antigas vítimas do racismo branco devem manter-se longe de qualquer racismo vingativo anti-branco, pois isso apenas os colocaria ao mesmo nível vergonhoso dos seus antigos opressores.
O que os africanos devem exigir é o fim do colonialismo em todas as suas formas — cultural, religiosa ou económica.
Não se trata de raça; trata-se de cidadania.”
“No caso particular da Sra. Nathalie Yamb — a Dama de Sochi, a Cavaleira de Niamey, e a Yennega de Ouagadougou — estamos simplesmente em admiração e profundamente orgulhosos do que ela tem feito para elevar a consciência política dos africanos e encorajá-los a comprometer-se com a luta pela soberania e independência de Kama,” declarou o Dr. Tai Ehouan. “Reafirmamos o nosso apoio à sua causa, ainda com mais força após a decisão da União Europeia de congelar os seus bens e de lhe proibir a entrada nos 27 países do seu território.”
Nomeada Guia Honorária da Humanidade a 22 de outubro de 2022 pelo Profeta Maitreya Rael, fundador e líder espiritual da religião raeliana, Nathalie Yamb — ativista e defensora da causa pan-africanista — continua a iluminar a consciência política dos africanos, em especial da juventude, através do seu compromisso incansável na luta pela soberania do continente africano.
“Ela é um verdadeiro farol, uma fonte de inspiração determinante para o surgimento de uma liderança feminina forte e de uma consciência política mais elevada entre as novas gerações kamitas em todo o mundo. Kama e a sua diáspora devem proteger esta consciência contra o neocolonialismo e o racismo sistémico branco,” acrescentou o Bispo-Guia Ehouan.
Concluiu recordando o apelo solene feito em novembro de 2024 pelo Profeta Maitreya Rael aos negros de todo o mundo:
“Desejar eliminar permanentemente os vestígios do colonialismo não significa lançar uma luta racial, ao contrário. As antigas vítimas do racismo branco devem manter-se longe de qualquer racismo vingativo anti-branco, pois isso apenas os colocaria ao mesmo nível vergonhoso dos seus antigos opressores.
O que os africanos devem exigir é o fim do colonialismo em todas as suas formas — cultural, religiosa ou económica.
Não se trata de raça; trata-se de cidadania.”

