O Movimento Raeliano condena a introdução da pena de morte em Israel e recorda o Sexto Mandamento "NÃO MATARÁS"
Paris, 15 de abril de 2026 – O Movimento Raeliano expressa a sua profunda indignação e condena veementemente a adoção, a 30 de março de 2026, de uma lei que introduz a pena de morte para atos de terrorismo em Israel. Aprovada em leitura final por 62 votos contra 48, na presença do Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu, esta medida constitui uma grave violação do princípio fundamental do respeito pela vida humana.
“É profundamente paradoxal que um Estado que se define como “judeu” adote uma lei que contradiz um dos princípios mais sagrados da Tora: Al Tirtzah – “Não matarás” ”, declarou Léon Mellul, Grande Rabino Raeliano e porta-voz do Mashiach Rael. “Este mandamento não é uma mera orientação moral; afirma a natureza sagrada e inviolável da vida humana. Reivindicar o direito de tirar a vida em nome da segurança é colocar-se acima deste princípio fundamental.”
Na tradição judaica, Israel é chamado a ser Or LaGoyim, uma luz para as nações. Este chamamento implica maior justiça, compaixão e responsabilidade moral – e não privilégio. Como sublinha Mellul, “A eleição nunca foi um privilégio, mas uma exigência moral superior”, implicando maior compaixão, nunca maior violência.
O próprio Talmude ensina que um Sinédrio que tivesse proferido uma sentença de morte, ainda que uma única vez em setenta anos, era considerado “assassino”. Mellul observa que esta referência histórica sublinha como a pena de morte se destinava a permanecer uma exceção quase inexistente – “setenta anos, não setenta horas de debate parlamentar” – e não a tornar-se um instrumento político.
O Movimento Raeliano denuncia igualmente o carácter discriminatório desta lei, que se aplica de facto quase exclusivamente aos palestinianos e se estende aos territórios ocupados desde 1967, suscitando sérias preocupações quanto à sua conformidade com o direito internacional.
“Ver líderes políticos celebrarem a introdução da morte como instrumento do Estado é profundamente chocante”, acrescentou Mellul.
Para além das considerações jurídicas e políticas, o Movimento Raeliano recorda uma verdade fundamental: a humanidade forma um único corpo, do qual cada ser humano é uma célula. Destruir uma vida é enfraquecer o todo. “Mesmo que nos dissessem que um homem deveria ser morto para salvar toda a humanidade, nunca o deveríamos fazer. É precisamente respeitando cada vida que a humanidade se salva a si mesma”, concluiu o Grande Rabino.
O Movimento Raeliano apela, por fim, às autoridades israelitas para que reconsiderem esta decisão e exorta a comunidade internacional – governos, organizações de direitos humanos e instituições religiosas – a intensificar os esforços para a abolição da pena de morte em todo o mundo.
Léon Mellul,
Grande Rabino Raeliano
Movimento Raeliano Internacional
“É profundamente paradoxal que um Estado que se define como “judeu” adote uma lei que contradiz um dos princípios mais sagrados da Tora: Al Tirtzah – “Não matarás” ”, declarou Léon Mellul, Grande Rabino Raeliano e porta-voz do Mashiach Rael. “Este mandamento não é uma mera orientação moral; afirma a natureza sagrada e inviolável da vida humana. Reivindicar o direito de tirar a vida em nome da segurança é colocar-se acima deste princípio fundamental.”
Na tradição judaica, Israel é chamado a ser Or LaGoyim, uma luz para as nações. Este chamamento implica maior justiça, compaixão e responsabilidade moral – e não privilégio. Como sublinha Mellul, “A eleição nunca foi um privilégio, mas uma exigência moral superior”, implicando maior compaixão, nunca maior violência.
O próprio Talmude ensina que um Sinédrio que tivesse proferido uma sentença de morte, ainda que uma única vez em setenta anos, era considerado “assassino”. Mellul observa que esta referência histórica sublinha como a pena de morte se destinava a permanecer uma exceção quase inexistente – “setenta anos, não setenta horas de debate parlamentar” – e não a tornar-se um instrumento político.
O Movimento Raeliano denuncia igualmente o carácter discriminatório desta lei, que se aplica de facto quase exclusivamente aos palestinianos e se estende aos territórios ocupados desde 1967, suscitando sérias preocupações quanto à sua conformidade com o direito internacional.
“Ver líderes políticos celebrarem a introdução da morte como instrumento do Estado é profundamente chocante”, acrescentou Mellul.
Para além das considerações jurídicas e políticas, o Movimento Raeliano recorda uma verdade fundamental: a humanidade forma um único corpo, do qual cada ser humano é uma célula. Destruir uma vida é enfraquecer o todo. “Mesmo que nos dissessem que um homem deveria ser morto para salvar toda a humanidade, nunca o deveríamos fazer. É precisamente respeitando cada vida que a humanidade se salva a si mesma”, concluiu o Grande Rabino.
O Movimento Raeliano apela, por fim, às autoridades israelitas para que reconsiderem esta decisão e exorta a comunidade internacional – governos, organizações de direitos humanos e instituições religiosas – a intensificar os esforços para a abolição da pena de morte em todo o mundo.
Léon Mellul,
Grande Rabino Raeliano
Movimento Raeliano Internacional
Movimento Raeliano e Coligação Internacional apresentam proposta histórica ao Conselho de Paz do Presidente Trump para uma Embaixada Extraterrestre em Gaza
Washington, D.C. / Genebra – Uma coligação internacional de cientistas e organizações da sociedade civil apresentou formalmente uma proposta inovadora ao Conselho de Paz – presidido pelo Presidente Donald Trump – defendendo a criação de uma Embaixada da Paz para Relações Extraterrestres em Gaza. A proposta integra uma visão de longo prazo para a reconstrução regional e para uma paz sustentável.
A iniciativa é apoiada por mais de 250 cientistas e 36 organizações, incluindo o Movimento Raeliano Internacional, que afirma representar cerca de 2,2 milhões de membros em todo o mundo. Os apoiantes acreditam que Gaza – marcada durante décadas por conflitos e crises humanitárias – pode tornar-se um símbolo global de paz, diplomacia e renovação planetária.
“Décadas de conflito demonstraram que a segurança não pode existir sem dignidade, estabilidade e esperança”, afirmou Léon Mellul, Rabino-Chefe Raeliano e porta-voz. “Cessar-fogos temporários e esforços de ajuda fragmentados falharam. O que precisamos agora é de um projecto civilizacional – uma iniciativa abrangente assente na paz, na governação e na revitalização económica.”
Partindo de recentes declarações do Presidente Trump que imaginou Gaza como a “Riviera do Meio Oriente”, a coligação argumenta que acolher uma instituição diplomática reconhecida internacionalmente atrairia milhares de milhões em turismo, geraria emprego significativo e posicionaria Gaza como uma capital espiritual e cultural com uma visibilidade global sem precedentes.
No centro da proposta está a criação de um local neutro, administrado internacionalmente, dedicado à preparação e gestão de um eventual contacto futuro com inteligências não terrestres. Os proponentes sublinham que se trata de uma iniciativa preventiva e estabilizadora, centrada na transparência, coordenação e envolvimento pacífico – como alternativa ao pânico ou a respostas militarizadas.
A proposta apela ainda à adopção de um Protocolo Facultativo à Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas (1961), com o objectivo de estabelecer um enquadramento jurídico para embaixadas destinadas a civilizações extraterrestres. Este protocolo adaptaria princípios diplomáticos existentes a contextos interestelares sem precedentes, salvaguardando simultaneamente o direito internacional, a segurança e a confiança pública.
Liderada pelo Movimento Raeliano, a coligação apela igualmente à realização de uma Cimeira Internacional em Gaza para debater, adoptar e eventualmente ratificar este Protocolo Facultativo – assinalando um momento histórico na preparação diplomática da humanidade.
“Os apoiantes acreditam que o Conselho de Paz está numa posição única para promover esta iniciativa visionária”, concluiu Mellul. “Esta é uma oportunidade para demonstrar ao mundo que a humanidade está preparada para enfrentar tanto os conflitos presentes como os desconhecidos do futuro com sabedoria, contenção e unidade.”
A iniciativa é apoiada por mais de 250 cientistas e 36 organizações, incluindo o Movimento Raeliano Internacional, que afirma representar cerca de 2,2 milhões de membros em todo o mundo. Os apoiantes acreditam que Gaza – marcada durante décadas por conflitos e crises humanitárias – pode tornar-se um símbolo global de paz, diplomacia e renovação planetária.
“Décadas de conflito demonstraram que a segurança não pode existir sem dignidade, estabilidade e esperança”, afirmou Léon Mellul, Rabino-Chefe Raeliano e porta-voz. “Cessar-fogos temporários e esforços de ajuda fragmentados falharam. O que precisamos agora é de um projecto civilizacional – uma iniciativa abrangente assente na paz, na governação e na revitalização económica.”
Partindo de recentes declarações do Presidente Trump que imaginou Gaza como a “Riviera do Meio Oriente”, a coligação argumenta que acolher uma instituição diplomática reconhecida internacionalmente atrairia milhares de milhões em turismo, geraria emprego significativo e posicionaria Gaza como uma capital espiritual e cultural com uma visibilidade global sem precedentes.
No centro da proposta está a criação de um local neutro, administrado internacionalmente, dedicado à preparação e gestão de um eventual contacto futuro com inteligências não terrestres. Os proponentes sublinham que se trata de uma iniciativa preventiva e estabilizadora, centrada na transparência, coordenação e envolvimento pacífico – como alternativa ao pânico ou a respostas militarizadas.
A proposta apela ainda à adopção de um Protocolo Facultativo à Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas (1961), com o objectivo de estabelecer um enquadramento jurídico para embaixadas destinadas a civilizações extraterrestres. Este protocolo adaptaria princípios diplomáticos existentes a contextos interestelares sem precedentes, salvaguardando simultaneamente o direito internacional, a segurança e a confiança pública.
Liderada pelo Movimento Raeliano, a coligação apela igualmente à realização de uma Cimeira Internacional em Gaza para debater, adoptar e eventualmente ratificar este Protocolo Facultativo – assinalando um momento histórico na preparação diplomática da humanidade.
“Os apoiantes acreditam que o Conselho de Paz está numa posição única para promover esta iniciativa visionária”, concluiu Mellul. “Esta é uma oportunidade para demonstrar ao mundo que a humanidade está preparada para enfrentar tanto os conflitos presentes como os desconhecidos do futuro com sabedoria, contenção e unidade.”
3I/ATLAS: Cometa ou Contacto? Cientista Raeliano afirma que a humanidade não está preparada em qualquer caso
Nova Iorque, 24 de novembro de 2025 – À medida que o misterioso objeto interestelar 3I/ATLAS se aproxima da Terra, a especulação intensifica-se: trata-se apenas de um cometa ou de algo mais? O Dr. Marcus Wenner, neurocientista e Bispo Raeliano, apresenta uma avaliação provocadora: “Quer o 3I/ATLAS seja um objeto natural ou uma sonda inteligente, obriga-nos a enfrentar uma questão mais profunda: ‘Estamos realmente preparados para o contacto com uma civilização extraterrestre?’ Porque, neste momento, francamente, fomos apanhados completamente desprevenidos.”
Wenner sublinhou que qualquer civilização capaz de viagens interestelares teria, por necessidade, ultrapassado a violência. “Se fossem agressivos, ter-se-iam autodestruído há muito tempo, tal como nós corremos o risco de fazer agora com as nossas próprias capacidades nucleares. O simples facto de poderem ter chegado até aqui sugere que valorizam a paz, a sabedoria e a cooperação acima da conquista.”
No entanto, uma intenção pacífica não elimina o problema da falta de preparação.
“Mesmo que o 3I/ATLAS não represente qualquer ameaça, expõe uma realidade inquietante: não existe um quadro global, nem mecanismos diplomáticos, nem uma infraestrutura científica unificada pronta para receber uma civilização que quase certamente pensará e se comportará de formas radicalmente diferentes das nossas”, continuou Wenner.
Segundo Daniel Turcotte, Diretor-Geral do projeto Embassy for Extraterrestrials, o que está em jogo não tem precedentes. “A chegada de uma civilização extraterrestre representaria o acontecimento mais profundo da história humana. Temos de preparar um enquadramento diplomático assente na paz e no respeito universal para receber tais visitantes”, afirmou. Reiterou ainda que o Projeto da Embaixada não é ficção científica, mas sim uma iniciativa pragmática e pacífica – e o único caminho responsável a seguir.
Wenner levantou também preocupações sobre o medo e os preconceitos humanos, apontando a nossa incapacidade de gerir até mesmo as diferenças entre seres humanos. “Se ainda lutamos por causa da cor da pele ou de dogmas religiosos, como poderemos acolher seres que talvez nem usem roupa, nem acreditem em deuses, nem formem famílias nucleares?” Neste contexto, o risco de pânico global ou mesmo de escalada militar é elevado. “Se um objeto não identificado entrar no nosso espaço aéreo, recebemo-lo com diplomacia ou com mísseis?”
Quanto ao Projeto da Embaixada, o impulso está a crescer, com discussões ativas já em curso com vários governos sobre a coorganização de uma conferência internacional sobre diplomacia extraterrestre. “Isto serviria de plataforma para introduzir um protocolo opcional à Convenção de Viena”, afirmou Turcotte, “um passo vital para legitimar o contacto interplanetário pacífico no âmbito do direito internacional.”
“Quando uma nação corajosa der esse passo em frente”, concluiu Turcotte, “assinalará um marco diplomático histórico – um passo que abre a porta não apenas ao contacto, mas a uma nova era de unidade planetária e diálogo cósmico.”
Wenner sublinhou que qualquer civilização capaz de viagens interestelares teria, por necessidade, ultrapassado a violência. “Se fossem agressivos, ter-se-iam autodestruído há muito tempo, tal como nós corremos o risco de fazer agora com as nossas próprias capacidades nucleares. O simples facto de poderem ter chegado até aqui sugere que valorizam a paz, a sabedoria e a cooperação acima da conquista.”
No entanto, uma intenção pacífica não elimina o problema da falta de preparação.
“Mesmo que o 3I/ATLAS não represente qualquer ameaça, expõe uma realidade inquietante: não existe um quadro global, nem mecanismos diplomáticos, nem uma infraestrutura científica unificada pronta para receber uma civilização que quase certamente pensará e se comportará de formas radicalmente diferentes das nossas”, continuou Wenner.
Segundo Daniel Turcotte, Diretor-Geral do projeto Embassy for Extraterrestrials, o que está em jogo não tem precedentes. “A chegada de uma civilização extraterrestre representaria o acontecimento mais profundo da história humana. Temos de preparar um enquadramento diplomático assente na paz e no respeito universal para receber tais visitantes”, afirmou. Reiterou ainda que o Projeto da Embaixada não é ficção científica, mas sim uma iniciativa pragmática e pacífica – e o único caminho responsável a seguir.
Wenner levantou também preocupações sobre o medo e os preconceitos humanos, apontando a nossa incapacidade de gerir até mesmo as diferenças entre seres humanos. “Se ainda lutamos por causa da cor da pele ou de dogmas religiosos, como poderemos acolher seres que talvez nem usem roupa, nem acreditem em deuses, nem formem famílias nucleares?” Neste contexto, o risco de pânico global ou mesmo de escalada militar é elevado. “Se um objeto não identificado entrar no nosso espaço aéreo, recebemo-lo com diplomacia ou com mísseis?”
Quanto ao Projeto da Embaixada, o impulso está a crescer, com discussões ativas já em curso com vários governos sobre a coorganização de uma conferência internacional sobre diplomacia extraterrestre. “Isto serviria de plataforma para introduzir um protocolo opcional à Convenção de Viena”, afirmou Turcotte, “um passo vital para legitimar o contacto interplanetário pacífico no âmbito do direito internacional.”
“Quando uma nação corajosa der esse passo em frente”, concluiu Turcotte, “assinalará um marco diplomático histórico – um passo que abre a porta não apenas ao contacto, mas a uma nova era de unidade planetária e diálogo cósmico.”
Dia Internacional SexEd Day: o Movimento Raeliano celebra 11 anos de defesa da educação sexual como Direito Humano fundamental
Genebra, 20 de novembro de 2025 – Por ocasião deste 11.º ano Internacional do SexEd Day (dia da Educação Sexual), o Movimento Raeliano renova o seu apelo global em favor de uma visão ousada e verdadeiramente transformadora da educação sexual abrangente (ESA). Muito mais do que um programa centrado na prevenção de doenças ou na repressão moral, a filosofia raeliana considera a ESA como um direito humano essencial – um direito que deve assentar no prazer, no conhecimento e no desenvolvimento pessoal.
“Num mundo confrontado com violências sexuais, com desinformação digital massiva, com desigualdades sociais crescentes e com tradições persistentes baseadas na culpa e na vergonha, nunca foi tão urgente oferecer aos jovens uma educação que afirme a vida, celebre a diversidade e encoraje a autonomia”, declara Clémence Linard, M.A.Ed e porta-voz da Jornada Internacional SexEd Day.
Investigação internacional recente confirma esta necessidade. Uma vasta meta-análise reunindo 34 estudos mundiais, realizados entre 2011 e 2023 com mais de 30 000 jovens, demonstrou que a ESA é extremamente eficaz para melhorar a cognição, a tomada de decisões e o bem-estar emocional. Segundo os autores, uma educação sexual coerente e prolongada aumenta não só os conhecimentos, mas atrasa comportamentos de risco e reduz gravidezes não desejadas: “Se as crianças e os adolescentes receberem uma ESA coerente e contínua, a sua saúde e bem-estar presentes e futuros são transformados positivamente.”
Na mesma linha, um editorial de 2024 publicado na revista Frontiers in Reproductive Health afirma que a educação sexual deve ultrapassar abordagens baseadas no medo e na vergonha: “Uma educação sexual baseada em evidências, positiva e que inclua a noção de prazer não é um luxo – é um direito humano.”
Estas conclusões ressoam profundamente com a visão raeliana, na qual a educação sexual deve ser espiritualmente enriquecedora e solidamente ancorada na verdade científica. Clémence Linard sublinha esta dimensão essencial:
“Os jovens têm direito a uma educação para o prazer, não apenas para a prevenção de riscos. A ESA visa construir referências para se conhecerem, se amarem e respeitarem os outros.”
“O que é revolucionário na abordagem raeliana é que devolve ao prazer um lugar central – uma harmonia corpo-cérebro alinhada com a ciência e não com a vergonha,” acrescenta.
* No entanto, apesar da acumulação de provas, as resistências permanecem fortes. O relatório original da UNESCO publicado em 2009 – ousado na sua defesa dos direitos humanos aplicados à sexualidade e da noção de prazer – foi discretamente modificado sob pressão de lobbies religiosos, nomeadamente católicos. Esses mesmos lobbies continuam hoje a atuar, sobretudo em França, onde conduzem campanhas agressivas de desinformação destinadas a minar os direitos dos jovens e a distorcer o próprio significado da ESA.
“Há anos que o Movimento Raeliano pede à UNESCO que republique a versão integral e não censurada desse relatório, por respeito à transparência, à integridade científica e à capacitação dos jovens”, relembra Clémence Linard.
“Nenhuma pressão religiosa ou política retrógrada deve influenciar a ciência ou a investigação, e isso aplica-se de forma especial à educação e à sexualidade. Uma instituição internacional como a UNESCO deve ser laica e impermeável a qualquer forma de pressão religiosa,” sublinha.
“Na era digital, em que os jovens aprendem cada vez mais sobre sexualidade online, estes estudos sublinham a importância de os encontrar onde eles estão – não através do medo ou da censura, mas através de uma verdadeira literacia digital: pensamento crítico, compreensão dos media, consciência de si e alegria. Estas conclusões reforçam a convicção raeliana de que os jovens não são recetores passivos, mas investigadores ativos de verdade, de prazer e de ligação,” prossegue a porta-voz.
Como relembra Raël, líder espiritual do Movimento Raeliano: “As crianças são seres sexuais desde o nascimento e até antes! A educação sexual permite-lhes simplesmente evitar desenvolver culpa relativamente à sua própria sexualidade.”
“Nesta 11.ª Jornada Internacional SexEd Day, reafirmamos o direito fundamental de cada criança, adolescente e adulto a receber uma educação sexual honesta, inclusiva, libertadora e que aborde o prazer. O Movimento Raeliano afirma que a verdadeira paz começa com indivíduos realizados. Esse desenvolvimento começa com uma educação enraizada no amor, na ciência e no prazer”, conclui Clémence Linard.
www.rael.org/SexEdDay
“Num mundo confrontado com violências sexuais, com desinformação digital massiva, com desigualdades sociais crescentes e com tradições persistentes baseadas na culpa e na vergonha, nunca foi tão urgente oferecer aos jovens uma educação que afirme a vida, celebre a diversidade e encoraje a autonomia”, declara Clémence Linard, M.A.Ed e porta-voz da Jornada Internacional SexEd Day.
Investigação internacional recente confirma esta necessidade. Uma vasta meta-análise reunindo 34 estudos mundiais, realizados entre 2011 e 2023 com mais de 30 000 jovens, demonstrou que a ESA é extremamente eficaz para melhorar a cognição, a tomada de decisões e o bem-estar emocional. Segundo os autores, uma educação sexual coerente e prolongada aumenta não só os conhecimentos, mas atrasa comportamentos de risco e reduz gravidezes não desejadas: “Se as crianças e os adolescentes receberem uma ESA coerente e contínua, a sua saúde e bem-estar presentes e futuros são transformados positivamente.”
Na mesma linha, um editorial de 2024 publicado na revista Frontiers in Reproductive Health afirma que a educação sexual deve ultrapassar abordagens baseadas no medo e na vergonha: “Uma educação sexual baseada em evidências, positiva e que inclua a noção de prazer não é um luxo – é um direito humano.”
Estas conclusões ressoam profundamente com a visão raeliana, na qual a educação sexual deve ser espiritualmente enriquecedora e solidamente ancorada na verdade científica. Clémence Linard sublinha esta dimensão essencial:
“Os jovens têm direito a uma educação para o prazer, não apenas para a prevenção de riscos. A ESA visa construir referências para se conhecerem, se amarem e respeitarem os outros.”
“O que é revolucionário na abordagem raeliana é que devolve ao prazer um lugar central – uma harmonia corpo-cérebro alinhada com a ciência e não com a vergonha,” acrescenta.
* No entanto, apesar da acumulação de provas, as resistências permanecem fortes. O relatório original da UNESCO publicado em 2009 – ousado na sua defesa dos direitos humanos aplicados à sexualidade e da noção de prazer – foi discretamente modificado sob pressão de lobbies religiosos, nomeadamente católicos. Esses mesmos lobbies continuam hoje a atuar, sobretudo em França, onde conduzem campanhas agressivas de desinformação destinadas a minar os direitos dos jovens e a distorcer o próprio significado da ESA.
“Há anos que o Movimento Raeliano pede à UNESCO que republique a versão integral e não censurada desse relatório, por respeito à transparência, à integridade científica e à capacitação dos jovens”, relembra Clémence Linard.
“Nenhuma pressão religiosa ou política retrógrada deve influenciar a ciência ou a investigação, e isso aplica-se de forma especial à educação e à sexualidade. Uma instituição internacional como a UNESCO deve ser laica e impermeável a qualquer forma de pressão religiosa,” sublinha.
“Na era digital, em que os jovens aprendem cada vez mais sobre sexualidade online, estes estudos sublinham a importância de os encontrar onde eles estão – não através do medo ou da censura, mas através de uma verdadeira literacia digital: pensamento crítico, compreensão dos media, consciência de si e alegria. Estas conclusões reforçam a convicção raeliana de que os jovens não são recetores passivos, mas investigadores ativos de verdade, de prazer e de ligação,” prossegue a porta-voz.
Como relembra Raël, líder espiritual do Movimento Raeliano: “As crianças são seres sexuais desde o nascimento e até antes! A educação sexual permite-lhes simplesmente evitar desenvolver culpa relativamente à sua própria sexualidade.”
“Nesta 11.ª Jornada Internacional SexEd Day, reafirmamos o direito fundamental de cada criança, adolescente e adulto a receber uma educação sexual honesta, inclusiva, libertadora e que aborde o prazer. O Movimento Raeliano afirma que a verdadeira paz começa com indivíduos realizados. Esse desenvolvimento começa com uma educação enraizada no amor, na ciência e no prazer”, conclui Clémence Linard.
www.rael.org/SexEdDay
Um Nação Assina um Memorando Histórico de Colaboração com o Movimento Raeliano para Preparar uma Embaixada para Extraterrestres!
Nova Iorque, EUA — O Movimento Raeliano anuncia com orgulho um avanço histórico na jornada da humanidade rumo ao tão aguardado reencontro com os Elohim, a civilização extraterrestre avançada apresentada nas Mensagens Raelianas. Pela primeira vez na história registada, um governo nacional – cuja identidade permanece confidencial por agora – assinou um Memorando de Colaboração com o Movimento Raeliano para explorar a criação de uma Embaixada para Extraterrestres.
Este ato ousado e sem precedentes representa o primeiro passo oficial de qualquer nação soberana no sentido de receber de volta à Terra os Criadores da Humanidade, com paz, respeito e dignidade.
“É um dia histórico para a humanidade”, declarou Daniel Turcotte, porta-voz do Movimento Raeliano e Diretor-geral do Projeto da Embaixada para Extraterrestres.
“É um dia histórico para a humanidade”, declarou Daniel Turcotte, porta-voz do Movimento Raeliano e Diretor-geral do Projeto da Embaixada para Extraterrestres.
“Uma nação demonstrou finalmente coragem e visão para se preparar para o regresso dos Elohim – cientistas extraterrestres avançados que criaram toda a vida na Terra. Esta colaboração brilha como um farol de esperança, paz e iluminação científica.”
O Memorando agora assinado define um quadro de cooperação, incluindo os objetivos da parceria, os papéis e responsabilidades definidos, os princípios de colaboração e um calendário para os trabalhos exploratórios. Ambas as partes – o governo e o Movimento Raeliano Internacional – manifestaram o compromisso de formalizar as discussões, avaliar a viabilidade e lançar as bases desta iniciativa sem precedentes.
Raël, líder espiritual do Movimento Raeliano há mais de 50 anos, reafirmou a intenção pacífica do projeto: “Eles não são invasores. Cabe-nos a nós convidá-los – e o nosso convite é a Embaixada. Sem a neutralidade de uma Embaixada, uma aterragem não anunciada e indesejada teria enormes repercussões políticas, económicas e sociais!”
Com este gesto visionário, esta nação torna-se a primeira na Terra a explorar oficialmente a possibilidade de acolher a Embaixada – concebida como uma ponte neutra, pacífica, científica e diplomática entre a humanidade e os Elohim.
Isto marca o início de um novo capítulo para o nosso planeta – totalmente alinhado com a missão do Movimento Raeliano de construir um mundo inspirado pelo amor, pela ciência, pelo respeito e pela unidade.
Para mais informações contacte: contact©ETembassy.org
Este ato ousado e sem precedentes representa o primeiro passo oficial de qualquer nação soberana no sentido de receber de volta à Terra os Criadores da Humanidade, com paz, respeito e dignidade.
“É um dia histórico para a humanidade”, declarou Daniel Turcotte, porta-voz do Movimento Raeliano e Diretor-geral do Projeto da Embaixada para Extraterrestres.
“É um dia histórico para a humanidade”, declarou Daniel Turcotte, porta-voz do Movimento Raeliano e Diretor-geral do Projeto da Embaixada para Extraterrestres.
“Uma nação demonstrou finalmente coragem e visão para se preparar para o regresso dos Elohim – cientistas extraterrestres avançados que criaram toda a vida na Terra. Esta colaboração brilha como um farol de esperança, paz e iluminação científica.”
O Memorando agora assinado define um quadro de cooperação, incluindo os objetivos da parceria, os papéis e responsabilidades definidos, os princípios de colaboração e um calendário para os trabalhos exploratórios. Ambas as partes – o governo e o Movimento Raeliano Internacional – manifestaram o compromisso de formalizar as discussões, avaliar a viabilidade e lançar as bases desta iniciativa sem precedentes.
Raël, líder espiritual do Movimento Raeliano há mais de 50 anos, reafirmou a intenção pacífica do projeto: “Eles não são invasores. Cabe-nos a nós convidá-los – e o nosso convite é a Embaixada. Sem a neutralidade de uma Embaixada, uma aterragem não anunciada e indesejada teria enormes repercussões políticas, económicas e sociais!”
Com este gesto visionário, esta nação torna-se a primeira na Terra a explorar oficialmente a possibilidade de acolher a Embaixada – concebida como uma ponte neutra, pacífica, científica e diplomática entre a humanidade e os Elohim.
Isto marca o início de um novo capítulo para o nosso planeta – totalmente alinhado com a missão do Movimento Raeliano de construir um mundo inspirado pelo amor, pela ciência, pelo respeito e pela unidade.
Para mais informações contacte: contact©ETembassy.org
O Movimento Raeliano relembra que está em curso um processo judicial na sequência das mentiras proferidas por uma ex-membro
Genebra, 13 de novembro de 2025 – Mais uma vez, os meios de comunicação social estão a divulgar declarações caluniosas e falsas de Lydia Hadjara. O Movimento Raeliano condena as mentiras proferidas contra Raël e as acusações de atos criminosos. E recorda que já está em curso um processo por difamação.
Antecipar o “tribunal mediático” ao julgamento que se aproxima é a estratégia adotada pela defesa desta ex-membro. Sublinhamos que todos os elementos serão tratados judicialmente, incluindo o percurso pessoal e caótico desta pessoa.
Todas estas acusações são extremamente graves e representam mais um passo no delírio mediático.
Para já, recordamos mais uma vez que:
• Qualquer forma de violência é firmemente condenada por Raël e pelo Movimento Raeliano. Um dos valores fundamentais da filosofia raeliana é a não-violência absoluta, aplicável a todas as formas de violência: física, psicológica e sexual.
• A educação para a sexualidade é fundamental e exclui, por definição, qualquer forma de abuso ou atentado à integridade física, psicológica e sexual de crianças e adolescentes.
• A redução à escravatura e a exploração de pessoas reduzidas à escravatura constituem um crime contra a pessoa, punido com 20 anos de prisão em muitos países, incluindo França. Nunca existiu nem jamais existirá escravatura, sob qualquer forma, no seio do Movimento Raeliano ou por parte de Raël. A escravatura em todas as suas formas, incluindo a escravatura sexual, é considerada odiosa tanto por Raël como pelo Movimento Raeliano enquanto organização.
• Raël tem sido, desde sempre, um defensor fervoroso dos direitos humanos e dos direitos das mulheres, movido por uma empatia sincera e um profundo respeito pela dignidade humana, como podem testemunhar milhares de pessoas de todas as origens e meios sociais que o conhecem.
• As declarações difamatórias e falsas desta ex-membro são proferidas sem qualquer prova, por serem totalmente inventadas. Recordamos que atos monstruosos como tortura e barbárie — crimes punidos em França com 15 anos de prisão — são totalmente incompatíveis com os princípios e valores fundamentais de Raël e do Movimento Raeliano. Raël nunca cometeu, nem jamais cometerá, tais atos.
Até à data, nunca existiu qualquer investigação ou condenação relacionada com estes factos criminosos.
O Movimento Raeliano e o seu fundador, Raël, recordam – como o fazem há mais de 50 anos – que denunciar imediatamente às autoridades policiais e judiciais quaisquer atos de violência, incluindo sexual, de que alguém possa ser vítima ou testemunha, é essencial. Não o fazer enquanto testemunha constitui omissão de auxílio a pessoa em perigo. Esta ex-membro nada denunciou, simplesmente porque as suas alegações são falsas. Nenhum elemento, nenhuma informação e nenhum facto corroboram as suas mentiras, que surgem como afirmações totalmente infundadas.
Foram enviados direitos de resposta e continuarão a ser enviados, sistematicamente, a todos os meios de comunicação que difundam tais mentiras e sirvam de caixa de ressonância a essas acusações.
Por fim, recordamos que não existe uma “comunidade raeliana” nem “crianças raelianas”, sendo o batismo de crianças proibido e contrário à filosofia raeliana, segundo a qual tal escolha deve ser livre e informada, feita por um indivíduo com idade suficiente para a tomar.
Contacto: france©raelpress.org
Antecipar o “tribunal mediático” ao julgamento que se aproxima é a estratégia adotada pela defesa desta ex-membro. Sublinhamos que todos os elementos serão tratados judicialmente, incluindo o percurso pessoal e caótico desta pessoa.
Todas estas acusações são extremamente graves e representam mais um passo no delírio mediático.
Para já, recordamos mais uma vez que:
• Qualquer forma de violência é firmemente condenada por Raël e pelo Movimento Raeliano. Um dos valores fundamentais da filosofia raeliana é a não-violência absoluta, aplicável a todas as formas de violência: física, psicológica e sexual.
• A educação para a sexualidade é fundamental e exclui, por definição, qualquer forma de abuso ou atentado à integridade física, psicológica e sexual de crianças e adolescentes.
• A redução à escravatura e a exploração de pessoas reduzidas à escravatura constituem um crime contra a pessoa, punido com 20 anos de prisão em muitos países, incluindo França. Nunca existiu nem jamais existirá escravatura, sob qualquer forma, no seio do Movimento Raeliano ou por parte de Raël. A escravatura em todas as suas formas, incluindo a escravatura sexual, é considerada odiosa tanto por Raël como pelo Movimento Raeliano enquanto organização.
• Raël tem sido, desde sempre, um defensor fervoroso dos direitos humanos e dos direitos das mulheres, movido por uma empatia sincera e um profundo respeito pela dignidade humana, como podem testemunhar milhares de pessoas de todas as origens e meios sociais que o conhecem.
• As declarações difamatórias e falsas desta ex-membro são proferidas sem qualquer prova, por serem totalmente inventadas. Recordamos que atos monstruosos como tortura e barbárie — crimes punidos em França com 15 anos de prisão — são totalmente incompatíveis com os princípios e valores fundamentais de Raël e do Movimento Raeliano. Raël nunca cometeu, nem jamais cometerá, tais atos.
Até à data, nunca existiu qualquer investigação ou condenação relacionada com estes factos criminosos.
O Movimento Raeliano e o seu fundador, Raël, recordam – como o fazem há mais de 50 anos – que denunciar imediatamente às autoridades policiais e judiciais quaisquer atos de violência, incluindo sexual, de que alguém possa ser vítima ou testemunha, é essencial. Não o fazer enquanto testemunha constitui omissão de auxílio a pessoa em perigo. Esta ex-membro nada denunciou, simplesmente porque as suas alegações são falsas. Nenhum elemento, nenhuma informação e nenhum facto corroboram as suas mentiras, que surgem como afirmações totalmente infundadas.
Foram enviados direitos de resposta e continuarão a ser enviados, sistematicamente, a todos os meios de comunicação que difundam tais mentiras e sirvam de caixa de ressonância a essas acusações.
Por fim, recordamos que não existe uma “comunidade raeliana” nem “crianças raelianas”, sendo o batismo de crianças proibido e contrário à filosofia raeliana, segundo a qual tal escolha deve ser livre e informada, feita por um indivíduo com idade suficiente para a tomar.
Contacto: france©raelpress.org
Rael Rainbow Team elogia a coragem de Marc Miller e apela ao fim do discurso de ódio
Victoriaville, 31 de outubro de 2025
A Rael Rainbow Team (link: https://linktr.ee/raelrainbowteam), um movimento que promove o amor universal, a liberdade e o respeito pela diversidade humana, saúda a coragem de Marc Miller, ministro da Imigração do Canadá, que denunciou publicamente passagens da Bíblia que incitam ao ódio contra pessoas LGBTQ+.
“Levítico, Deuteronómio, Romanos… tantos capítulos são odiosos para as pessoas LGBTQ+.”
– Marc Miller
Segundo Denise Desrochers, responsável da Rael Rainbow Team no Canadá, “a mensagem do ministro ressoa profundamente com os valores da filosofia raeliana, que afirma que cada ser humano é uma criação única e preciosa, livre para amar de acordo com a sua natureza. Nenhum texto antigo deve justificar medo, vergonha ou exclusão.”
Passagens do Levítico, por exemplo, têm sido historicamente utilizadas para justificar discriminação – e até violência – contra pessoas homossexuais.
Entre os textos citados do Antigo Testamento:
• Levítico 18:22 – “Não te deitarás com um homem como com uma mulher. É uma abominação.”
• Levítico 20:13 – “Se um homem se deitar com outro homem como com uma mulher, ambos cometeram uma abominação; serão punidos com a morte.”
“Durante demasiado tempo, interpretações religiosas rígidas feriram milhões de pessoas ao negar a beleza da sua identidade”, acrescenta Desrochers. “Ao lembrar-nos da necessidade de uma leitura esclarecida e compassiva, Marc Miller convida a sociedade a dar um passo rumo a uma maturidade espiritual e moral.”
O Profeta Rael, fundador da Rael Rainbow Team, ensina que “o amor é a forma mais elevada de inteligência”. Ao reconhecer a diversidade sexual e de género como um tesouro da criação, construímos um mundo onde a tolerância e a alegria substituem o julgamento.
“Sou a favor da criação de um comité para censurar escritos religiosos em todo o mundo […] É inaceitável que existam movimentos religiosos na Terra cujos textos incentivam a discriminação, a violência e a inconsciência.
A religião dos seres humanos deve ser os Direitos Humanos, aos quais nenhuma outra religião deve estar autorizada a escapar.”
– Maitreya Rael, Étincelle d’éveil – Montreal, 1994
A Rael Rainbow Team apela a todos os líderes religiosos e políticos para que reinterpretem os textos antigos à luz da ciência, do conhecimento e do respeito pela vida.
O amor é a única religião verdadeira.
A Rael Rainbow Team (link: https://linktr.ee/raelrainbowteam), um movimento que promove o amor universal, a liberdade e o respeito pela diversidade humana, saúda a coragem de Marc Miller, ministro da Imigração do Canadá, que denunciou publicamente passagens da Bíblia que incitam ao ódio contra pessoas LGBTQ+.
“Levítico, Deuteronómio, Romanos… tantos capítulos são odiosos para as pessoas LGBTQ+.”
– Marc Miller
Segundo Denise Desrochers, responsável da Rael Rainbow Team no Canadá, “a mensagem do ministro ressoa profundamente com os valores da filosofia raeliana, que afirma que cada ser humano é uma criação única e preciosa, livre para amar de acordo com a sua natureza. Nenhum texto antigo deve justificar medo, vergonha ou exclusão.”
Passagens do Levítico, por exemplo, têm sido historicamente utilizadas para justificar discriminação – e até violência – contra pessoas homossexuais.
Entre os textos citados do Antigo Testamento:
• Levítico 18:22 – “Não te deitarás com um homem como com uma mulher. É uma abominação.”
• Levítico 20:13 – “Se um homem se deitar com outro homem como com uma mulher, ambos cometeram uma abominação; serão punidos com a morte.”
“Durante demasiado tempo, interpretações religiosas rígidas feriram milhões de pessoas ao negar a beleza da sua identidade”, acrescenta Desrochers. “Ao lembrar-nos da necessidade de uma leitura esclarecida e compassiva, Marc Miller convida a sociedade a dar um passo rumo a uma maturidade espiritual e moral.”
O Profeta Rael, fundador da Rael Rainbow Team, ensina que “o amor é a forma mais elevada de inteligência”. Ao reconhecer a diversidade sexual e de género como um tesouro da criação, construímos um mundo onde a tolerância e a alegria substituem o julgamento.
“Sou a favor da criação de um comité para censurar escritos religiosos em todo o mundo […] É inaceitável que existam movimentos religiosos na Terra cujos textos incentivam a discriminação, a violência e a inconsciência.
A religião dos seres humanos deve ser os Direitos Humanos, aos quais nenhuma outra religião deve estar autorizada a escapar.”
– Maitreya Rael, Étincelle d’éveil – Montreal, 1994
A Rael Rainbow Team apela a todos os líderes religiosos e políticos para que reinterpretem os textos antigos à luz da ciência, do conhecimento e do respeito pela vida.
O amor é a única religião verdadeira.
“Prémio Nobel da Guerra”? Movimento Raeliano denuncia Farsa Política
Genebra, 28 de outubro de 2025 – O Movimento Raeliano expressa profunda indignação com a escolha de María Corina Machado, líder da oposição venezuelana, como vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025. Para o Movimento, a decisão revela, mais uma vez, o desvio político e a incoerência moral de uma distinção que deveria celebrar a paz, mas que tem servido cada vez mais aos interesses das potências globais dominantes.
“O Prêmio Nobel da Paz tornou-se, com frequência, um instrumento político disfarçado de chancela moral. Concedê-lo a alguém que apoiou publicamente atos de violência e interferência estrangeira é um insulto ao próprio conceito de paz verdadeira”, declarou a Princesa Loona, porta-voz do Movimento Raeliano. Ela relembrou que o testamento de Alfred Nobel estabelece que o prêmio deve ser concedido a quem “tenha realizado o maior ou melhor trabalho pela fraternidade entre as nações, pela abolição ou redução dos exércitos permanentes e pela promoção de congressos de paz”.
A porta-voz destacou também que a história recente está marcada por escolhas controversas – como Henry Kissinger (1973) e Barack Obama (2009) –, ambos mais associados ao poder militar e geopolítico do que à promoção real da paz. “Essas escolhas recorrentes revelam uma hipocrisia estrutural. Como se pode falar de paz enquanto se homenageiam figuras que endossam ou justificam a guerra?”, prosseguiu Loona.
Diversos analistas lembraram que a vencedora deste ano apoiou as violentas manifestações conhecidas como guarimbas, que deixaram vários mortos e feridos, e chegou a defender publicamente uma intervenção militar dos Estados Unidos em seu próprio país. “Por trás da fachada democrática, há uma lógica clara de interferência, confronto e destruição. Isso não é paz; isso é política”, enfatizou.
O Movimento Raeliano também chamou atenção para o simbolismo do momento em que o prêmio foi anunciado: “Enquanto um genocídio se desenrola diante dos nossos olhos na Palestina, o Comitê Nobel escolhe homenagear alguém alinhada com apoiadores de líderes belicistas como Netanyahu. Que ironia trágica!”, lamentou Loona.
Diante dessas contradições, o Movimento pede um retorno ao espírito original do prêmio – o da fraternidade universal e da não violência absoluta.
Há mais de cinquenta anos, Rael, fundador e líder espiritual do Movimento Raeliano, junto de raelianos no mundo inteiro, atua na promoção da paz, da ciência e do amor – especialmente por meio das Meditações Planetárias pela Paz e da defesa do desarmamento global. “A verdadeira paz não se alcança com armas ou sanções, mas com educação para a compaixão e para a não violência. Essa tem sido a nossa mensagem desde 1973, e hoje ela é mais urgente do que nunca”, concluiu Princesa Loona.
“O Prêmio Nobel da Paz tornou-se, com frequência, um instrumento político disfarçado de chancela moral. Concedê-lo a alguém que apoiou publicamente atos de violência e interferência estrangeira é um insulto ao próprio conceito de paz verdadeira”, declarou a Princesa Loona, porta-voz do Movimento Raeliano. Ela relembrou que o testamento de Alfred Nobel estabelece que o prêmio deve ser concedido a quem “tenha realizado o maior ou melhor trabalho pela fraternidade entre as nações, pela abolição ou redução dos exércitos permanentes e pela promoção de congressos de paz”.
A porta-voz destacou também que a história recente está marcada por escolhas controversas – como Henry Kissinger (1973) e Barack Obama (2009) –, ambos mais associados ao poder militar e geopolítico do que à promoção real da paz. “Essas escolhas recorrentes revelam uma hipocrisia estrutural. Como se pode falar de paz enquanto se homenageiam figuras que endossam ou justificam a guerra?”, prosseguiu Loona.
Diversos analistas lembraram que a vencedora deste ano apoiou as violentas manifestações conhecidas como guarimbas, que deixaram vários mortos e feridos, e chegou a defender publicamente uma intervenção militar dos Estados Unidos em seu próprio país. “Por trás da fachada democrática, há uma lógica clara de interferência, confronto e destruição. Isso não é paz; isso é política”, enfatizou.
O Movimento Raeliano também chamou atenção para o simbolismo do momento em que o prêmio foi anunciado: “Enquanto um genocídio se desenrola diante dos nossos olhos na Palestina, o Comitê Nobel escolhe homenagear alguém alinhada com apoiadores de líderes belicistas como Netanyahu. Que ironia trágica!”, lamentou Loona.
Diante dessas contradições, o Movimento pede um retorno ao espírito original do prêmio – o da fraternidade universal e da não violência absoluta.
Há mais de cinquenta anos, Rael, fundador e líder espiritual do Movimento Raeliano, junto de raelianos no mundo inteiro, atua na promoção da paz, da ciência e do amor – especialmente por meio das Meditações Planetárias pela Paz e da defesa do desarmamento global. “A verdadeira paz não se alcança com armas ou sanções, mas com educação para a compaixão e para a não violência. Essa tem sido a nossa mensagem desde 1973, e hoje ela é mais urgente do que nunca”, concluiu Princesa Loona.
Na Véspera de um Encontro Histórico, o Movimento Raeliano Lança Episódio de Docussérie que Revela a Missão Política do Profeta
A poucas semanas da Convenção Internacional em Okinawa (7–9 de outubro), que celebra o 50.º aniversário do segundo encontro entre Rael e os Elohim, com a presença de Rael e de centenas de pessoas de todo o mundo (ver https://www.rael.org/pt-pt/), o Movimento Raeliano Internacional (MRI) tem a honra de anunciar o lançamento do oitavo episódio da docussérie Rael: 50 Anos de Revolução Espiritual. Este episódio revela a dimensão profundamente política da missão do último profeta.
“Rael é a figura mais revolucionária do nosso tempo”, afirmou Thomas Kaenzig, bispo raeliano e porta-voz. “Durante cinco décadas, difundiu incansavelmente a mensagem dos Elohim – os nossos criadores extraterrestres – enquanto inspirava inúmeras iniciativas, muitas vezes provocadoras, em defesa das liberdades individuais e dos direitos humanos.”
Numa intervenção anterior dirigida aos raelianos, Rael explicou:
“Somos indivíduos profundamente revolucionários em todas as áreas, porque estamos aqui para salvar a humanidade. A mensagem dos Elohim não trata de OVNIs ou extraterrestres – trata de salvar a humanidade e garantir o seu futuro. Essa é a nossa missão principal.”
Entre as campanhas de maior impacto lançadas sob a orientação de Rael, Kaenzig destacou a Nopedo, uma campanha ousada e internacional, iniciada em 2001, que denunciou frontalmente o flagelo da pedofilia dentro da Igreja Católica. “Fomos os primeiros a expor este problema, enfrentando oposição e hostilidade. Mas os acontecimentos atuais provaram que ele tinha razão – e esse é o papel de um Profeta: iluminar os tabus e as injustiças que os outros recusam enfrentar”, afirmou Kaenzig.
O episódio destaca também a GoTopless, uma campanha internacional criada há mais de 16 anos. Nadine Gary, presidente da GoTopless, descreve-a como:
“Um esforço educativo para desafiar e superar uma discriminação de género profundamente enraizada. Convida a humanidade a repensar normas sociais ultrapassadas.”
Kaenzig concluiu:
“O Movimento Raeliano é muito mais do que um grupo marginal que acredita em OVNIs. É a organização mais revolucionária da Terra, inspirada e guiada pelas revelações filosóficas e científicas avançadas presentes nos livros de Rael.”
(Descarregamento gratuito: www.rael.org/pt-pt/descargas-gratuitas/)
Todos os episódios da docussérie Rael: 50 Anos de Revolução Espiritual estão disponíveis nos canais oficiais do YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=75oMvkOKMWU
“Rael é a figura mais revolucionária do nosso tempo”, afirmou Thomas Kaenzig, bispo raeliano e porta-voz. “Durante cinco décadas, difundiu incansavelmente a mensagem dos Elohim – os nossos criadores extraterrestres – enquanto inspirava inúmeras iniciativas, muitas vezes provocadoras, em defesa das liberdades individuais e dos direitos humanos.”
Numa intervenção anterior dirigida aos raelianos, Rael explicou:
“Somos indivíduos profundamente revolucionários em todas as áreas, porque estamos aqui para salvar a humanidade. A mensagem dos Elohim não trata de OVNIs ou extraterrestres – trata de salvar a humanidade e garantir o seu futuro. Essa é a nossa missão principal.”
Entre as campanhas de maior impacto lançadas sob a orientação de Rael, Kaenzig destacou a Nopedo, uma campanha ousada e internacional, iniciada em 2001, que denunciou frontalmente o flagelo da pedofilia dentro da Igreja Católica. “Fomos os primeiros a expor este problema, enfrentando oposição e hostilidade. Mas os acontecimentos atuais provaram que ele tinha razão – e esse é o papel de um Profeta: iluminar os tabus e as injustiças que os outros recusam enfrentar”, afirmou Kaenzig.
O episódio destaca também a GoTopless, uma campanha internacional criada há mais de 16 anos. Nadine Gary, presidente da GoTopless, descreve-a como:
“Um esforço educativo para desafiar e superar uma discriminação de género profundamente enraizada. Convida a humanidade a repensar normas sociais ultrapassadas.”
Kaenzig concluiu:
“O Movimento Raeliano é muito mais do que um grupo marginal que acredita em OVNIs. É a organização mais revolucionária da Terra, inspirada e guiada pelas revelações filosóficas e científicas avançadas presentes nos livros de Rael.”
(Descarregamento gratuito: www.rael.org/pt-pt/descargas-gratuitas/)
Todos os episódios da docussérie Rael: 50 Anos de Revolução Espiritual estão disponíveis nos canais oficiais do YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=75oMvkOKMWU
Finlândia Apaga um Património Cultural Milenar: Movimento Raeliano Apela Contra a Remoção da Suástica, Símbolo de Paz
Fully (Suíça), 6 de setembro de 2025 — O Movimento Raeliano Internacional, em colaboração com a ProSwastika Alliance, condena firmemente a recente decisão da Força Aérea Finlandesa de remover a suástica das suas bandeiras e emblemas. Esta ação, tomada sob o falso pretexto de que a suástica é inerentemente nazi, revela uma preocupante ignorância da história e cultura mundial e ameaça apagar um símbolo de paz e prosperidade com raízes milenares.
“Esta decisão lamentável corre o risco de apagar um património cultural com milhares de anos, em nome de uma interpretação enviesada e ultrapassada de um símbolo universal de paz”, declarou Pierre-André Dorsaz, coordenador da Campanha pela Reabilitação da Suástica na Europa (www.rael.org/pt-pt/swastika).
Longe de ser uma invenção nazi, a suástica é um dos símbolos mais antigos e amplamente utilizados pela humanidade. “Com mais de 7.000 anos de história, está presente nas tradições do hinduísmo, budismo, jainismo e nas tradições tibetanas”, continuou. “No Tibete, por exemplo, a suástica – chamada yungdrung – é um símbolo sagrado do budismo Yungdrung Bön, representando a eternidade e a estabilidade. Suásticas encontram-se em artefactos pré-históricos por toda a Europa, Ásia e Américas, muito antes de terem sido apropriadas e distorcidas pelo regime nazi para fins ideológicos sinistros.”
Na Finlândia, a suástica foi adotada pela Força Aérea já em 1918, quando o conde sueco Eric von Rosen a ofereceu como símbolo de boa sorte — décadas antes da ascensão da Alemanha nazi. Tornou-se um emblema nacional de coragem e resistência, especialmente durante a luta da Finlândia pela independência e contra a agressão soviética na Segunda Guerra Mundial. “Abandonar este símbolo hoje por causa de reações públicas exageradas e mal-informadas é ceder à ignorância e permitir que os extremistas do passado ditem a nossa visão do presente”, enfatizou Pierre-André Dorsaz.
O Movimento Raeliano apela às autoridades finlandesas que reconsiderem esta decisão e que promovam, em alternativa, uma educação histórica mais rigorosa e uma literacia cultural autêntica. “Em vez de proibir um símbolo ancestral, é imperativo contextualizá-lo para combater verdadeiramente as ameaças do neonazismo e do extremismo. Convidamos os meios de comunicação, historiadores e cidadãos do mundo a juntarem-se a nós na defesa da diversidade cultural contra a amnésia coletiva”, acrescentou Dorsaz.
A suástica faz parte integrante do Símbolo do Infinito, o emblema oficial do Movimento Raeliano. Este símbolo – composto por uma Estrela de David e uma suástica – representa a natureza infinita do tempo e a transformação perpétua da matéria. É também o símbolo dos Elohim, a civilização extraterrestre avançada que criou cientificamente toda a vida na Terra e que é mencionada em muitas religiões do mundo.
“Não somos um grupo excêntrico obcecado com OVNIs”, afirmou Dorsaz. “Somos o movimento mais revolucionário da Terra, guiado por uma profunda mensagem de paz, liberdade e entendimento científico.”
“Esta decisão lamentável corre o risco de apagar um património cultural com milhares de anos, em nome de uma interpretação enviesada e ultrapassada de um símbolo universal de paz”, declarou Pierre-André Dorsaz, coordenador da Campanha pela Reabilitação da Suástica na Europa (www.rael.org/pt-pt/swastika).
Longe de ser uma invenção nazi, a suástica é um dos símbolos mais antigos e amplamente utilizados pela humanidade. “Com mais de 7.000 anos de história, está presente nas tradições do hinduísmo, budismo, jainismo e nas tradições tibetanas”, continuou. “No Tibete, por exemplo, a suástica – chamada yungdrung – é um símbolo sagrado do budismo Yungdrung Bön, representando a eternidade e a estabilidade. Suásticas encontram-se em artefactos pré-históricos por toda a Europa, Ásia e Américas, muito antes de terem sido apropriadas e distorcidas pelo regime nazi para fins ideológicos sinistros.”
Na Finlândia, a suástica foi adotada pela Força Aérea já em 1918, quando o conde sueco Eric von Rosen a ofereceu como símbolo de boa sorte — décadas antes da ascensão da Alemanha nazi. Tornou-se um emblema nacional de coragem e resistência, especialmente durante a luta da Finlândia pela independência e contra a agressão soviética na Segunda Guerra Mundial. “Abandonar este símbolo hoje por causa de reações públicas exageradas e mal-informadas é ceder à ignorância e permitir que os extremistas do passado ditem a nossa visão do presente”, enfatizou Pierre-André Dorsaz.
O Movimento Raeliano apela às autoridades finlandesas que reconsiderem esta decisão e que promovam, em alternativa, uma educação histórica mais rigorosa e uma literacia cultural autêntica. “Em vez de proibir um símbolo ancestral, é imperativo contextualizá-lo para combater verdadeiramente as ameaças do neonazismo e do extremismo. Convidamos os meios de comunicação, historiadores e cidadãos do mundo a juntarem-se a nós na defesa da diversidade cultural contra a amnésia coletiva”, acrescentou Dorsaz.
A suástica faz parte integrante do Símbolo do Infinito, o emblema oficial do Movimento Raeliano. Este símbolo – composto por uma Estrela de David e uma suástica – representa a natureza infinita do tempo e a transformação perpétua da matéria. É também o símbolo dos Elohim, a civilização extraterrestre avançada que criou cientificamente toda a vida na Terra e que é mencionada em muitas religiões do mundo.
“Não somos um grupo excêntrico obcecado com OVNIs”, afirmou Dorsaz. “Somos o movimento mais revolucionário da Terra, guiado por uma profunda mensagem de paz, liberdade e entendimento científico.”
Ir para página >>

